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14 DE ABRIL DE 2013

Publicado: Segunda, 15 de Abril de 2013, 10h20 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h24 | Acessos: 656

Clipagem ASCOM
Recife, 14 de abril de 2013

 

:: Jornal do Commercio

Caderno C

Cinema

Cabra Marcado para Morrer (BRA, 1964/1984). De Eduardo Coutinho. Cinema da Fundação – 18h30. Documentário. Livre.

Depois de Lúcia (Después de Lucía, MEX/FRA, 2012). De Michel Franco. Com Gonzalo Veja Jr., Tessa La. Cinema da Fundação – 20h45. Drama. 14 anos.

Super Nada (BRA, 2012). De Rubens Rewald & Rossana Foglia. Com Marat Descartes, Jair Rodrigues. Cinema da Fundação – 14h45, 16h40. Comédia. 16 anos.

 

:: Folha de Pernambuco

Programa

Cinema

Cabra Marcado para Morrer / De Eduardo Coutinho / A vida de João Pedro Teixeira, líder camponês da Paraíba, assassinado em 1962. Em razão do golpe militar, as filmagens foram interrompidas em 1964. Parte da equipe foi presa sob a alegação de “comunismo”, e o restante de dispersou. Cinema da Fundação: 18h30. Livre.

Depois de Lúcia / De Michel Franco. Com Tessa La, Hermán Mendoza. Desde a morte de sua esposa, Roberto não consegue dedicar muito tempo à sua filha Alejandra, uma jovem de 15 anos. Para escapar da depressão que passa a dominar a rotina dos dois, pai e filha na Cidade do México. Envergonhada e incapaz de explicar para o pai as razões, Alejandra omitirá as humilhações e abusos emocionais e físicos sofridos em seu novo colégio. Cinema da Fundação: 20h45. 14 anos.

Super Nada / De Rubens Rewald / Com Marat Descartes, Jair Rodrigues. Na cidade de São Paulo vive Guto, um ator que sonha em ser grande. Ele se prepara, se exercita, vai a todos os testes, acredita que a sua grande chance pode vir a qualquer momento. Seu ídolo e exemplo e Zeca, um velho comediante, já bem decadente, mas que ainda mora no coração de toda uma geração. Seus caminhos se cruzam e a sorte de Guto parece mudar. Cinema da Fundação: 14h45, 16h40. 16 anos.

 

:: Diário de Pernambuco

Opinião

Desenvolvimento e sofrimento em Pernambuco

A realidade do que se costuma chamar de desenvolvimento econômico produz turbulências humanas e ecológicas que assustam. É como explica um cientista social suíço, Gilbert Rist, professor em Genebra: O desenvolvimento consiste em uma série de práticas... Que requerem para reprodução da sociedade transformação e destruição tanto do meio ambiente quanto de relações sociais. Seu propósito é aumentar a produção de mercadorias. Tal ponto é reforçado pelo que proclamou destacado grupo de pensadores, reunidos em Barcelona em março de 2010: Uma elite internacional e uma classe média global estão causando sofrimento ao meio ambiente através do consumo conspícuo e apropriação excessiva de recursos humanos e sociais, com padrões de vida cuja imitação leva a mais ruína ambiental e social... Num círculo vicioso de busca de status através da acumulação de possessões materiais. Esse progresso material sem fim tende a ser excludente. Não extingue a miséria.  E causa dor a pessoas marginalizadas e à ecologia. É óbvio que impactos ambientais de nossas ações sempre haverá. No entanto, o que clama é a forma desprovida de anteparos éticos com que se exploram os recursos insubstituíveis da mãe Terra para promover a economia. Pior: faz-se isso provocando tormentos infindáveis a pessoas indefesas e desprivilegiadas da sociedade. Exatamente o que se vê hoje em Pernambuco, sobretudo em Suape e no novo polo de Goiana. No dia 5 deste mês, a propósito, Nivete Azevedo, militante do Centro das Mulheres do Cabo, enviou desesperada mensagem de email (que me chegou) sobre uma ação de despejo que se realizava naquele instante no sítio de um morador de Massangana, Sr. Cláudio Manoel. De maneira violenta e sem maior amparo legal, prepostos da Empresa Suape submetiam o sitiante e familiares a vexames e humilhações. Houve reação imediata de uma advogada da comunidade, que recorreu ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, obtendo do Desembargador Gabriel de Oliveira Cavalcanti, no dia 8, uma intimação para que a ação da Empresa Suape fosse suspensa. Situação parecida, que tem sido acompanhada de perto por pesquisadores da Fundação Joaquim Nabuco pagos pela sociedade para ajudá-la a conceber como alcançar prosperidade genuína , é observada no sítio de instalação da Fiat em Goiana. Realiza-se ali, neste momento, uma intervenção de vulto. Suas características levam a impactos sobre o regime hídrico e os ecossistemas da bacia fluvial local, em particular sobre estuários e manguezais. Consequentemente, sobre a atividade pesqueira e a vida dos pescadores dali. Tudo isso não foi objeto de avaliação rigorosa anterior à obra. Ora, o projeto se implanta em área de influência de uma Unidade de Conservação de Uso Sustentável (no caso, uma Resex, ou Reserva Extrativista), que, por lei, deveria ter sido consultada ainda no início do processo de licenciamento das obras. A coisa é feita às pressas, sem transparência, sem participação da sociedade. Ignora-se que ali há uma comunidade como em Suape que está sofrendo, como se sua existência, invisível que é, não tivesse nenhum valor para seus componentes. 
Triste desenvolvimento.

 

Viver

Cheguei a ser condenado à pena de morte

Conteúdo indisponível no site.

 

Viver

Cinema

Cabra marcado para morrer. Narrativa semidocumental sobre a vida de João Pedro Teixeira, líder camponês da Paraíba assassinado em 1962. Cinema da Fundação. 14h50 (sab), 18h30 (dom, qui), 20h15 (ter).

Super Nada – Uma comédia depressiva sobre o teatro, a TV e a sobrevivência em São Paulo. Cinema da Fundação. 14h45 (dom), 16h40 (qui, dom).

 

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