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Fundaj Derby exibe Mostra de Cinema Patrimônio Cotidiano

Publicado: Segunda, 13 de Agosto de 2012, 10h24 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 21h16 | Acessos: 1632
Nos dias 15 e 16 de agosto, a Fundação Joaquim Nabuco promove a mostra de cinema "Patrimônio Contemporâneo", evento componente da V Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - Fundarpe - que, neste ano de 2012, tem como destaque a comemoração dos 30 anos do título de Patrimônio Cultural da Humanidade da Cidade de Olinda.
Mostra de Cinema - Patrimônio Cotidiano

Dias 15 e 16 de agosto de 2012 - 19h
Fundaj - Sala João Cardoso Ayres
Rua Henrique Dias, 609, Derby,
Exibição em DVD
Entrada franca / lotação 50 lugares
fone 81 3073-6689

PROGRAMAÇÃO

15 agosto (quarta) – 19h
- “Olinda, Passado e Presente Juntos” (2min49)
- “Quarteto Simbólico” (2011, 14min)
- “Ela Morava em Frente ao Cinema” (2011, 30min)
Tempo total – (47 min)
16 agosto (quinta) – 19h

- “Minha Cidade, Nosso Patrimônio” (5min)

- “Ninhos Antigos” (2010, 20min)
- "desurbanismo #1" (2102, 3min12)
- “Eiffel” (2008, 2min52)
- “Recife 0 Km” (1980, 17min24)
Tempo total – (48min)

FILMES
“Recife 0 Km” (1980, 17min24)
De Celso Marconi. Com Jomard Muniz de Britto.O cineasta e crítico de cinema Celso Marconi rodou, em 1980 ao lado dos alunos do Grupo8, imagens do Bairro do Recife em progressiva decadência. O Marco Zero, o porto do Recife, a Rua do Apolo, o casario antigo, seu morados pobres e indigentes nas ruas formam um cenário triste no lugar que é, hoje, um dos cartões postais da cidade. Celso agrega às imagens de seu filme, rodado em Super8, poemas do livro “Postal do Brasil”, de Rodolfo Aureliano, lidos por Trudy Keusen, além de performances de Jomard Muniz de Britto. Uma oportunidade rara de rever imagens feitas há 32 anos de uma paisagem tão próxima, para pensar o seu presente e o seu futuro.

“Ela Morava em Frente ao Cinema” (2011, 30min)
Direção: Leonardo Lacca. Com Renata Roberta. Pessoas mudam e se mudam.
“Quarteto Simbólico” (2011, 14min)
Direção: Josias Teófilo. Com Luiz Amorim, Guilah Naslavsky e Geraldo GomesEm 1910, Le Corbusier escrevia na Alemanha seu célebre ensaio sobre os olhos que não vêem as novas formas da arquitetura moderna. Cem anos depois, no Recife, a imensa obra modernista do arquiteto portugues Delfim Amorim permanece irreconhecida. O que para LeCorbusier era uma necessidade uma e projeção, agora é um debate sobre o patrimônio, a preservação, a herança.

“Ninhos Antigos” (2010, 20min)
Direção: Osman Godoy. Equipe: Denis Bernardes (historiador), as arquitetas Rosane Loretto, Aline de Figueiroa, Juliana Mello e Amanda Casé, Márcia Mansur (antropóloga), Josué da Silva (historiador).Uma visão dramática da destruição das casas do Recife frente ao crescimento desordenado da cidade.
"desurbanismo #1" (2012, 3min12)
De: Luís Henrique Leal, Caio Zatti, Cristiano Borba, Lívia Nóbrega.
Sylvia Couceiro, historiadora, comenta algumas reformas urbanas desastrosas realizadas pelo poder público ao longo da história do Recife e reforça a idéia de que estes desurbanismos são uma prática antiga e perpetuada na cidade. Primeiro vídeo da série “desurbanismo”, que pretende aprofundar temas abordados no documentário “Velho Recife Novo”, sobre o espaço público no Recife.

“Eiffel” (2008, 2min52)
Direção: Luiz JoaquimO clássico de François Truffaut, “Os Incompreendidos”, é aproveitado como uma referência para mostrar imagens contemporâneas do Recife e fazer uma crônica político-cinematográfica, tendo como foco um dos novos “monumentos” da capital pernambucana.
“Olinda, Passado e Presente Juntos” (2min49)
“Minha Cidade, Nosso Patrimônio” (5min)
Os dois curtas foram feitos por estudantes entre 14 e 21 anos, e selecionados para participar do concurso da Organização das Cidades Patrimônio Mundial (OCPM), cujo tema foi “Minha Cidade, Nosso Patrimônio Mundial”. O objetivo era fazer com que os jovens adquirissem um melhor conhecimento do patrimônio mundial; e lhes transmitir sentimento de pertencimento ao patrimônio pela sua visão pessoal; além de ressaltar os aspectos da conservação e engrandecimento das cidades reconhecidas como patrimônio da humanidade.
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