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Maceió: o prefeito, a senadora, Deus e o povo

Publicado: Terça, 06 de Novembro de 2012, 08h44 | Última atualização em Quinta, 20 de Dezembro de 2018, 20h54 | Acessos: 5424

Alberto Saldanha
Professor do Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes (ICHCA) da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL)

Após um início inseguro, com várias trocas de secretários, o prefeito Cícero Almeida conseguiu imprimir uma marca em sua gestão na Prefeitura de Maceió. Saiu da condição de “marionete do usineiro João Lyra” em 2004 para “o prefeito campeão de votos” em 2008 . De “candidato dos pobres”, quando em 2004 precisou ter como vice-prefeita a filha de seu “padrinho”, Lourdinha Lyra, passou a “candidato de ricos e pobres”, tornando-se palatável aos olhos das “classes médias”. Seu programa de forró na 96FM anima tanto as manhãs dos moradores dos bairros pobres da cidade, que com suas bicicletas tentam chegar ao local de trabalho, quanto as manhãs daqueles que fazem uma caminhada pela orla urbanizada da Ponta Verde e, ainda, a dos que trafegam pelos novos viadutos, batizados com o nome de importantes empresários do setor sucroalcooleiro, “Industrial João Lyra” e “Industrial Aprígio Vilela”. O menino pobre que passou fome, que se cobriu com saco de cimento, ex-cobrador de ônibus, radialista, ex-vereador e ex-deputado, encarna em sua experiência a expressão “da força de vontade do sertanejo e dos desígnios de Deus”. Amparado nas verbas federais, particularmente nas emendas parlamentares e no Programa de Aceleração do Crescimento/PAC, Almeida conseguiu facilmente dar um novo visual à cidade e com isso estabeleceu um novo referencial em relação à gestão que o antecedeu, a da ex-prefeita Kátia Born, do PSB.

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