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Para especialista, crise da estiagem produz alerta sobre as políticas ligadas aos recursos hídricos

Publicado: Sexta, 15 de Janeiro de 2021, 13h00 | Última atualização em Sexta, 15 de Janeiro de 2021, 13h00 | Acessos: 101

Segundo o Estado, cerca de 20 municípios estão em estado crítico pela falta de água.
http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/para-especialista-crise-da-estiagem-produz-alerta-sobre-as-politicas-ligadas-aos-recursos-hidricos

Por Thiago Hockmüller

01/05/2020

Para especialista, crise da estiagem produz alerta sobre as políticas ligadas aos recursos hídricos
Desde o ano passado Santa Catarina vem sendo castigada pela estiagem. Estima-se que 20 municípios catarinenses estão em estado crítico de escassez de água e 1% do total da produção agrícola tenha sido comprometida levando prejuízo, sobretudo, para lavouras de milho, soja e feijão. O problema levou o Governo do Estado prestar esclarecimentos na última semana em uma entrevista coletiva com engenheiros da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), membros da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O doutor em Ciências Ambientais, também jornalista e professor, José Carlos Virtuoso, produziu um artigo sobre o assunto. Ele é ex-presidente e atual membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga e possui um amplo conhecimento sobre a área de gestão hídrica.

Segundo Virtuoso, os municípios precisam promover uma política de segurança e gestão hídrica local, conduzindo os órgãos responsáveis pela captação e distribuição a um planejamento de longo prazo e criando gestões locais.

“Os cuidados com a água ficam afeitos às agências de saneamento – Casan ou Samae -, que são responsáveis por gerir a captação, tratamento e distribuição da água. São órgãos executores, sem uma relação mais aprofundada com a questão hídrica, cujo grau de complexidade vai muito além da capacidade desses entes”, argumenta.

O problema não é ocasionado unicamente pela falta de chuva, que é uma das consequências decorrentes das mudanças climáticas. Mas também pela forma como os gestores públicos entendem o tema, ao qual não dão o devido tratamento estratégico pela sua importância socioeconômica, que seria promover localmente a sua gestão.

Sobre o assunto

“Nenhum modelo previu essa seca”, diz meteorologista sobre clima em Curitiba

http://www.suassuna.net.br/2020/04/nenhum-modelo-previu-essa-seca.html

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