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Conheça o Programa Institucional Educação, Governança e Sustentabilidade

Publicado: Quarta, 13 de Setembro de 2017, 16h14 | Última atualização em Quinta, 24 de Janeiro de 2019, 14h54 | Acessos: 956

A sustentabilidade tem o significado de desafio estratégico para o desenvolvimento social, dado que além do seu caráter técnico, sobressai o aspecto político que se encontra na base dos processos decisórios nos mais diversos campos de atuação humana. Neste contexto, considera-se que a Educação é estratégica para o fortalecimento desse valor civilizatório que é a sustentabilidade. Isto pressupõe explicitar que como toda prática social, a educação pode servir para manter ou alterar um determinado estado de coisas. Todavia, não é qualquer educação que pode levar à emancipação, à construção de novos valores e atitudes na relação da sociedade com o ambiente da qual ela faz parte. Assim, o fortalecimento do paradigma da sustentabilidade implica atuar diretamente nas dimensões educacionais e culturais como espaços de constituição de valores e atitudes. A proposta constitui, a priori, na integração e fortalecimento dos trabalhos desenvolvidos nos diversos setores da Fundaj, dialogando com as diferentes expertises tanto internamente como nos diversos espaços de discussão presentes nas diversas associações, conselhos e sociedades científicas com o propósito de buscar respostas às questões prioritárias frente ao processo de desenvolvimento em curso no país.

CLIMAP- Transformações das Políticas face às Mudanças Climáticas na América Latina

O projeto propõe uma análise comparativa das variáveis políticas e sociais em resposta às questões e aos desafios das mudanças climáticas (MC) na América Latina. A pesquisa estuda as transformações da ação pública e dos instrumentos de política agrícola e florestal face às MC no Brasil com um olhar comparativo no Chile e na Colômbia. As metas estabelecidas são: 1. fazer um inventário dos instrumentos de políticas públicas e mobilização de atores; 2. compreender as representações sociais relativas aos riscos envolvidos, os cenários de mobilização e a percepção dessas políticas pelos atores socias; 3. analisar a elaboração de políticas através de alianças de interesses que elaboram essas políticas e instrumentos; 4. examinar a implementação de políticas e instrumentos desenvolvidos, especialmente a sua coordenação inter-setorial e multinível e sua capacidade de produzir bifurcações em termos de trajetórias de desenvolvimento e descarbonização. O estudos são realizados em São Paulo (costa sul), Pernambuco (semiárido Nordeste) e Pará (Amazônia), na Colômbia e no Chile central.

Coordenador: Neison Freire
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A ecologia política da pesca de crustáceos em manguezais no Nordeste

A pesca de crustáceos nos mangues nordestinos é uma atividade antiga, difundida, importante em termos territoriais e de segurança alimentar. É, por outro lado, uma atividade sensível e vulnerável social e ambientalmente. Apesar dessa complexidade, é pouco visível nas políticas públicas, e os catadores de crustáceos tem pouca participação política formal, mesmo entre os próprios pescadores artesanais. Esta pesquisa tem o objetivo de estudar a ecologia política da pesca de crustáceos (caranguejos, guaiamuns, aratus e siris) em cinco paisagens estuarinas do Litoral Nordeste do Brasil, em termos dos conhecimentos e práticas dos catadores, de suas condições de vida, da ecologia das espécies capturadas e das políticas públicas para o litoral brasileiro. Tem ainda um componente de intervenções que, por meio de oficinas, permitirão a produção de subsídios para o monitoramento participativo dos crustáceos em áreas de conservação, além de material pedagógico e uma exposição itinerante. Espera-se assim colaborar para a visibilidade pública destes grupos tradicionais e para a manutenção sustentável de suas atividades e das espécies utilizadas.

Coordenador: Pedro Silveira
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Planejamento e Gestão Urbana e Ambiental: projeto de formação para o ordenamento sustentável do território local e microrregional

A pesquisa investiga dados primários e secundários, questões socioambientais locais ou microrregionais, problemas afins reconhecidos socialmente ou mesmo aqueles que poderiam fazer parte de agendas políticas ambientais. A pesquisa também terá foco em alunos potenciais, gestores públicos e lideranças locais da sociedade civil organizada, educadores ou educados da rede pública

Coordenador: Antônio Jucá
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Unidades de conservação como lugares educadores

Em princípio se considera objetos do estudo a Reserva Extrativista (Resex) Acaú-Goiana, o Parque Nacional (Parna) do Catimbau, a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, o Monumento Natural (Mona) do Rio São Francisco e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Estadual Ponta do Tubarão, abrangendo áreas dos Estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Bahia e Rio Grande do Norte.

Todos os atores das escolas localizadas em Unidades de Conservação de Uso Sustentável e no entorno de Unidades de Conservação de Proteção Integral, mais a as comunidades relacionadas a estas UCs e seus gestores, e os visitantes das mesmas serão o público alvo da pesquisa. Para definição da amostra pretende-se incluir escolas públicas e particulares nas diversas modalidades de ensino e projetos de educação não formal.

Coordenador: Solange Coutinho
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INCT Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas

OINCT integra várias instituições universitárias e de pesquisa, com participação de pesquisadores e docentes. A Fundaj integra esse INCT com quatro pesquisadores: Cátia Lubambo, Neison Freire, Diogo Helal e Alexandrina Sobreira. Os INCTs têm importância prioritária na política de governo. O selo do INCT foi conferido, em março de 2017, pela Equipe INCT/CNPq - Coordenação de Apoio a Parcerias Institucionais - COAPI/CGNAC, na perspectiva de facilitar a negociação com eventuais empresas interessadas na execução dos projetos envolvidos. Representa chancela do CNPq atestando a competência do grupo de pesquisadores/instituições envolvidos na proposta. A coordenadora dos Programas Institucionais Cátia Lubambo integra o comitê gestor do INCT.

 

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