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Balanço Dipes: Em 2020, Diretoria de Pesquisas lançou mapeamento pioneiro da Covid-19 no Estado

Publicado: Terça, 22 de Dezembro de 2020, 15h56 | Última atualização em Terça, 19 de Janeiro de 2021, 15h00 | Acessos: 155

Por meio de atividades remotas, a Dipes conseguiu manter boa parte do seu planejamento, iniciou projetos de pesquisa e atuou na disponibilização de informações sobre a pandemia. 

Em um ano atípico marcado pela Covid-19, a Diretoria de Pesquisas Sociais (Dipes) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), se adaptou. Conseguiu manter boa parte das suas atividades previstas para o ano e também atuou ativamente em estudos referentes à pandemia. A Dipes se antecipou à necessidade de acesso à informação e lançou um mapa que traz, diariamente, a atualização do cenário da pandemia da Covid-19 no estado de Pernambuco, inclusive relacionando o número de casos com a vulnerabilidade social.

Em trabalho conjunto com a Cieg,Centro Integrado de Estudos Georreferenciados para a Pesquisa Social Mário Lacerda de Melo (CIEG), que neste ano completou uma década de atividades pioneiras, a Dipes colocou a Fundaj na posição de ser foi uma das primeiras instituições a realizar o mapeamento do coronavírus. O levantamento permitiu ainda identificar o padrão de difusão da Covid-19, por onde ele entrou e, por onde e como, o novo coronavírus se espalhou no Estado.

As problemáticas enfrentadas pela sociedade no contexto da crise global gerada pela pandemia foi debatida por meio da série virtual Pandemia e Sociedade, lançada pela Dipes e que, quinzenalmente, trouxe temáticas relevantes, centradas na reorganização da sociedade no momento de retomada da rotina, por meio de seminários transmitidos nos canais da Fundação. 

Diante das modificações impostas pelo cenário pandêmico, a Dipes incorporou as plataformas digitais às ferramentas de ensino e pesquisa, seguindo com a realização de cursos e eventos científicos transmitidos pelo YouTube ou realizados em grupos nas plataformas do Google. De acordo com o diretor de Pesquisas Sociais da Fundaj, Luís Henrique Romani, muitas pesquisas de campo, que precisam de coleta de dados primários, precisaram ser suspensas momentaneamente. Em outras áreas, os compromissos foram readaptados mais facilmente. 

“A gente fez um esforço de capacitá-los com atividades remotas. Eu creio que a gente deva ter capacitado em torno de 25 pesquisadores, entre nacionais e internacionais, e a gente custeou as inscrições remotas para esses pesquisadores. Foi um ano atípico, mas mesmo assim a gente conseguiu entregar três projetos de pesquisa, entre os relatórios finais, fechar o campo do petróleo e iniciar duas pesquisas específicas dos efeitos da covid-19 na educação. Apesar da pandemia, tivemos um ano bem produtivo”, afirmou Romani.

Bolsas

Em dezembro, por meio da coordenação do Programa Institucional de Iniciação Científica, a Dipes selecionou 19 estudantes e orientadores para participar da Iniciação Científica Voluntária na modalidade ensino superior, que será realizada de janeiro a setembro de 2021. Voltado para o desenvolvimento do pensamento científico e a iniciação à pesquisa dos estudantes de graduação do ensino superior, o Programa IC-Fundaj visa contribuir na formação de novos pesquisadores. 

Já a parceria entre a Fundação e o CNPq, que teve as atividades iniciadas este ano e segue até julho de 2021, teve três bolsas aprovadas, e conta ainda com voluntários, totalizando 30 projetos de pesquisa. Os pesquisadores têm atuado em conjunto com orientadores da Casa, em diferentes áreas de conhecimento.   

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