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Pesquisas e Atividades

Publicado: Sexta, 14 de Agosto de 2020, 11h52 | Última atualização em Terça, 18 de Agosto de 2020, 10h51 | Acessos: 1240

Atividade:

Ciclo de Debates De Frente Pra Costa

Responsável pelo projeto/atividade:
Ligia Albuquerque de Melo
Lattes

Equipe envolvida no projeto/atividade:
Izaura Fischer; Juvenita Albuquerque; Tarcísio Quinamo.

Parcerias:
Núcleo de Estudos Humanidades, Mares e Rios (Nuhumar), que é vinculado ao Departamento de Sociologia (DS) e ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Breve descrição:
Enquanto uma ação vinculada à (antiga) Coordenação Geral de Estudos Ambientais e da Amazônia (CGEA) – hoje Centro de Estudos em Dinâmicas Sociais e Territoriais (Cedist) – e as suas pesquisas voltadas aos temas das comunidades pesqueiras artesanais e das dinâmicas ambientais costeiras, o ciclo de debates “De Frente Pra Costa” surgiu no ano de 2008 (sua primeira atividade deu-se no dia 13/3/20081 ), enquanto um espaço de reflexão e de divulgação pública das produções científicas desenvolvidas no âmbito da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), principalmente, e de outros(as) estudiosos(as) dos assuntos litorâneos, costeiros e ribeirinhos do Nordeste brasileiro, além de outras regiões do País. Ademais, almejou ser, também, local de promoção de debates em que os sujeitos sociais da pesca (movimentos sociais, entidades representativas da categoria dos pescadores e pescadoras), Ong's e gestores públicos pudessem falar e discutir suas ações. Ao longo dos últimos 12 anos, o “De O primeiro debate ocorrido no dia 13/3/2008 teve por título “As praias e os dias: a história social das praias de Olinda e Recife”, que contou a presença da pesquisadora Dra. Rita de Cássia Araújo (Fundaj).

Frente Pra Costa” consolidou-se como uma ação importante na concretização dos objetivos desejados inicialmente, sendo um espaço de debates de ideias reconhecido dentro e fora da Fundaj.

Objetivos:
Refletir sobre as várias temáticas ligadas às regiões costeiras e ribeirinhas, seja a partir de experiências empíricas, seja oriunda de reflexões teórico-metodológicas.

Justificativa:

Embora os temas dos oceanos, rios e estuários tivessem espaços de debates no universo acadêmico pernambucano (UFRPE, UFPE e UPE), não havia um lugar de promoção de discussões oriundas das pesquisas sociais ligadas às referidas temáticas e à problemática das comunidades pesqueiras artesanais. Isto é, até março de 2008, quando surgiu o ciclo de debates “De Frente da Costa”, os mares e os rios eram tratados como se fossem campos, praticamente, exclusivos de reflexões e pesquisas das áreas da biologia, engenharia de pesca, geografia física e da oceanografia; e coube ao aludido ciclo de debates romper com isso, ao torná-los também lugares de práticas sociais, culturais, econômicas e políticas .

Somando-se a isso, a própria Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) já tinha uma tradição de estudos voltados a essas questões, onde várias pesquisas tinham sido construídas em diálogos constantes com os pescadores e pescadoras, seus movimentos sociais e grupos de assessoria (a exemplo do Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP). Dessa maneira, o “De Frente Pra Costa” cumpriu e cumpre um papel significativo ao longo de seus 12 anos de existência, de atividades, seja de debate e divulgação científica de estudos realizados no âmbito da Fundaj e de outras instituições de pesquisas no País (por lá passaram docentes e pesquisadores da UFPE, UPE, USP, UFPA, UFAL, UNIVALI, Uneb, etc), seja de gestores públicos (Ibama, CPRH, SEAP, etc), seja de movimentos sociais da pesca (CPP, MPP, Colônias, Ação Comunitária Caranguejo Uçá, etc.) e os próprios pescadores e pescadoras.

Ademais, o público-alvo (estudantes, acadêmicos, gestores públicos, representantes das comunidades pesqueiras, pescadores, marisqueiras, etc) sempre encontrou no “De Frente Pra Costa” um território de aprendizagem e de exposição de ideias, metodologias, conceitos e teorias científicas, bem como de expressam das vivências dos homens e das mulheres da pesca, dispertando, em muitos, o interesse pelo tema.
Tudo isso justifica a existência e a permanência do ciclo de debates “De Frente Pra Costa”.

Público-alvo:
Pesquisadores, acadêmicos, gestores públicos, representantes das comunidades pesqueiras, pescadores, marisqueiras, professores, estudantes, público em geral interessado no tema apresentado.

Abrangência:
Nacional.

Metas para 2020:
-Realização de duas sessões.

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