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Pesquisa online sobre aprendizado infantil é aprovada na 106ª Reunião do Conselho Diretor da Fundaj

Publicado: Quinta, 25 de Junho de 2020, 18h31 | Última atualização em Quinta, 25 de Junho de 2020, 18h31 | Acessos: 116

Reunião aconteceu nesta quinta-feira (25) e também discutiu sobre volta presencial das atividades da Casa, doação do acervo do ex-governador Miguel Arraes e eventos em andamento

“Primando pela segurança de todos, nosso Plano de Retomada às Atividades Presenciais está em constante monitoramento e ajustes”, afirmou o presidente da Fundaj Antônio Campos. A 106ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor (Condir) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), desta quinta-feira (25), discutiu a volta das atividades presenciais, aprovou pesquisa sobre aprendizagem infantil durante pandemia, falou sobre recebimento de acervo de Miguel Arraes e também de atividades culturais. Mais uma vez, para a segurança da saúde de todos, o encontro aconteceu por meio da plataforma Google Meet.

“Chamo atenção também para a orientação de que cada colaborador da instituição também deve ser fiscal das medidas sanitárias para a contenção do vírus”, enfatizou Antônio Campos. A Fundaj voltou, de maneira parcial, a funcionar presencialmente desde o último dia 15. Essa volta tem acontecido com todas as precauções necessárias. “Estamos usando termômetros para aferir temperaturas em todos os campi, e o uso obrigatório de máscaras tem sido cumprido. Além disso, temos fornecido álcool em gel e os trabalhadores estão atuando com distanciamento de suas mesas e em regime semipresencial”, afirmou o diretor da Diretoria de Planejamento e Administração (Diplad) da Fundaj, Allan Araújo. Todos os outros diretores também foram ouvidos e reforçaram as medidas que estão sendo tomadas.

Na Ordem do Dia, a proposta de pesquisa “A Pandemia da Covid-19 e as Crianças: estudo das vivências e representações em época de isolamento social” foi aprovada com unanimidade pelos conselheiros da instituição. O trabalho será coordenado pela pesquisadora Patrícia Simões, da Coordenação Geral do Centro de Estudos em Cultura, Memória e Identidade (Cecim) da Fundaj.

“O projeto visa coletar dados das crianças que estão vivenciando o aprendizado e a socialização dentro de casa, por conta do distanciamento da escola. Parte da coleta será junto às famílias. Posteriormente, pretende-se expor virtualmente os resultados. A ação possui bastante relevância diante do momento atual”, explicou o diretor de Pesquisa Sociais (Dipes), Luis Romani.

Em um outro momento da reunião, o diretor da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca) da Fundaj Mario Helio compartilhou sobre ações em andamento. “Fomos agraciados com a doação de um acervo muito rico, o de Miguel Arraes. O mesmo será examinado pela Coordenação-Geral de Estudos da História Brasileira (Cehibra) da Casa. Eles darão conta de aspectos técnicos como o planejamento da chegada e a catalogação”, pontuou.

Ele destacou também a segunda palestra da série Grandes Personalidades do Nordeste, que acontece hoje, com tema o “Nísia Floresta”. Ao final das sete edições, pretende-se lançar livros digitais com os conteúdos das palestras. Além disso, para valorizar artesãos, na próxima semana, será colocado em prática o projeto “Arte em rede”, também promovido pela Dimeca. “O sistema está sendo preparado pelo museu. É um trabalho social que consiste numa base de dados do artesanato nordestino. O mesmo será responsável por criar redes de troca de materiais entre artistas”, afirmou.

Ao final, foi comentado o sucesso do São João Virtual da Fundaj, a beleza do Diário Virtual e Gráfico, o qual está a todo vapor, sendo divulgado diariamente nas redes da Fundaj; e também, a qualidade das pesquisas da Casa sobre Covid-19, divulgadas no site da Fundaj.

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