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Reconhecimento de emoções e empatia no trabalho remoto foram assuntos do 9° iNovaFundaj

Publicado: Quinta, 21 de Mai de 2020, 10h45 | Última atualização em Quinta, 21 de Mai de 2020, 10h45 | Acessos: 40

Evento digital aconteceu nesta quarta-feira (20) e contou com participação da especialista em Gestão de Pessoas e Gestão por Competências Sônia Goulart

 

“Todos nós estamos passando por um turbilhão de emoções. É importante sermos humanos e reconhecermos que estamos juntos nessa”, afirmou a especialista em Gestão de Pessoas e Gestão por Competências Sônia Goulart. Foi nesse clima de empatia que ela ministrou a palestra do iNovaFundaj desta quarta-feira (20). Com o tema “Competências Emocionais em Tempos de Trabalho Remoto”, a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), por meio de sua Diretoria de Formação Profissional e Inovação (Difor) promoveu a 9ª edição do evento, de forma digital, pela plataforma de videoconferências Zoom.

“O iNova foi criado em 2019 como um projeto que busca difundir inovação no setor público, e nada mais inovador do que discutir trabalho remoto. Esse é um tema importante para reforçar competências e habilidades, em meio ao período em que estamos vivenciando”, afirmou o diretor da Difor da Fundaj, Wagner Maciel.

A convidada da vez palestrou remotamente lá de Brasília. O formato do Webinário foi bem descontraído, sem “apresentação de tela”, assim como sugeriu a convidada. Uma conversa mais íntima mesmo. Além disso, a ocasião contou com mediação da coordenadora do ProfSocio e do multiHlab da Fundaj Viviane Tóraci. “Ao longo da fala, trarei questionamentos meus e do público para construirmos esse diálogo juntos”, introduziu Viviane.

Para iniciar uma maior aproximação com o público, Sônia pediu que os espectadores respondessem a seguinte pergunta: qual é a palavra que define trabalho remoto neste momento para você? Palavras como “adaptação”, “desafio” e “flexibilidade” foram enviadas por meio do chat da plataforma virtual. A partir dessa troca, iniciou-se uma rica exposição de conhecimentos e experiências. “Competência emocional é a capacidade de reconhecer, nomear e lidar com meus sentimentos e também os do outro.”, afirmou a palestrante.

Apontando um norte para se gerir emoções, foram expostas as quatro bases da inteligência emocional: autoconhecimento, autogestão, empatia e gerenciamento de relacionamentos. Em relação ao conhecimento de si, foi destacada a forma que enxergamos e, na autogestão, como respondemos a gatilhos emocionais. Tratando-se do outro, foi colocada a empatia na hora de exigir algo, reconhecendo a emoção dele também.

Durante a reflexão sobre o tema, foram colocadas em questão a insegurança e a ansiedade as quais todos vivem neste momento, e a importância de saber administrar isso. Mudanças de cenário e de planejamento, autocobranças e cobranças externas também foram tópicos da conversa. “O papel das artes é importante neste processo. Assistir um filme ou fazer algo que dá prazer, nos ajuda a ficar mais tranquilos”, destacou também Viviane.

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