Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Imprensa > Reinauguração da sala Calouste Gulbenkian é marcada por homenagens
Início do conteúdo da página

Reinauguração da sala Calouste Gulbenkian é marcada por homenagens

Publicado: Quarta, 29 de Janeiro de 2020, 15h34 | Última atualização em Quarta, 29 de Janeiro de 2020, 15h34 | Acessos: 303

Espaço doado por instituição portuguesa à Fundação Joaquim Nabuco em março de 1987 foi reaberto, após passar por reforma em 2019, com centenário de Clarice Lispector e apresentação do Centro em Estudos de Tropicologia

Fundada há mais de 32 anos, a sala Calouste Gulbenkian - doada pela Fundação Calouste Gulbenkian, de Portugal, em março de 1987 -, foi reinaugurada na manhã desta quarta-feira (29), no campus Casa Forte da Fundaj. Homenagens marcaram a solenidade, aberta com a inauguração de uma placa de identificação do local.

A cerimônia de reabertura do espaço de conferências e debates, fechado para reforma em 2019 (manutenção dos equipamentos), contou com a participação do presidente da Casa, Antônio Campos, do Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, da presidenta da Fundação Gilberto Freyre, Sônia Freyre, do presidente e da integrante da Academia Pernambucana de Letras, Lucilo Varejão Neto e Fátima Quintas, respectivamente, além do diretor de Memória, Educação, Cultura e Arte (Meca) da Fundaj, Mário Hélio.

Aberto ao público, o evento teve uma presença calorosa de terceirizados, estagiários e servidores da instituição. "É uma alegria imensa estar nessa sala que muitas vezes foi utilizada por Gilberto Freyre e que também é símbolo da Fundação Joaquim Nabuco. Um lugar de valorosos eventos. Nossa Casa tem muito dele (Gilberto) e nunca é demais para citá-lo", declarou o presidente Antônio Campos.

A inauguração da nova estrutura foi marcada por uma cerimônia de apresentação do Centro de Estudos de Tropicologia, aprovado em reunião de Conselho Diretor (Condir), e uma palestra da coordenadora do Seminário de Tropicologia, Fátima Quintas, em homenagem ao centenário da escritora e jornalista Clarice Lispector.

"Sob a nossa gestão, a Fundaj está criando formalmente o Centro de Estudos em Tropicologia liderado por uma mulher que conviveu e que estuda Gilberto Freyre. 2020 é um ano marcante para Clarice Lispector, que viveu por dez anos no Recife. Aprendeu a ler e a escrever aqui... Tomou banho de mar em Olinda e frequentou a Praça Maciel Pinheiro. Ela é uma mulher gigante. O nosso Estado deve a Clarice (Lispector) um título ‘in memoriam’ de cidadã pernambucana. O Recife deve restaurar a sua casa. Vamos colocar esse legado", afirmou Antônio Campos.

A escritora e antropóloga Fátima Quintas falou da vida da autora Clarice Lispector e da sua riqueza para a literatura. "Sempre vale a pena falar sobre essa mulher sensacional. Ainda mais dentro de uma instituição que tive a honra de trabalhar por 37 anos. É um dia especial e quero agradecer o convite do presidente Antônio Campos", disse a coordenadora do Seminário de Tropicologia da Fundaj.

registrado em: ,
Fim do conteúdo da página