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Álbum com gravuras de Aloísio Magalhães é doado à Fundaj

Publicado: Terça, 21 de Janeiro de 2020, 18h02 | Última atualização em Quarta, 22 de Janeiro de 2020, 13h19 | Acessos: 405

A doação chegou ao Cehibra nesta terça-feira (21). Foi realizada pela viúva do artista visual, Solange Magalhães

Um álbum com 11 gravuras, em técnica litográfica, compunha o dossiê de tombamento do município de Olinda como Patrimônio Histórico da Humanidade, no ano de 1982. Seu autor, Aloísio Barbosa Magalhães, era pintor, designer, cenógrafo e figurinista, além de fazer parte do Bureau do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO - sendo o responsável pelo pedido.

Aloísio faleceu nesse mesmo ano, durante uma viagem para Pádua, na Itália, onde apresentaria a terra dos altos coqueiros ao mundo. Apesar do fato, seu desejo foi atendido: a cidade, que já foi a capital de Pernambuco, hoje tem o Sítio Histórico preservado.

Além do conjunto apresentado à UNESCO, em 1982, outros 69 álbuns de gravuras foram produzidos. Desses, o de número 67 doado à Fundação Joaquim Nabuco, chegando em sua sede, campus Casa Forte, na tarde desta terça-feira (21). As gravuras estão sob os cuidados do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco De Andrade (Cehibra).

A doação, realizada pela viúva e também artista plástica, Solange Magalhães - que atualmente reside em Maricá, Rio de Janeiro - teve o intermédio do museólogo da Fundaj, Henrique Cruz. “Tivemos essa felicidade de Henrique estar no Rio, e poder ir até a casa de Solange, receber essa preciosidade que vai compor nosso acervo. Temos a coleção completa de Aloísio Magalhães, estando disponível para o estudo, análise e conhecimento sobre a arte”, destacou a coordenadora de Documentação e Pesquisa, Betty Lacerda.

Em 1985, Solange Magalhães também doou outros itens do acervo de Aloísio para a Fundaj. Nele, estão contidos 1.870 documentos textuais, 968 fotografias, dois cartemas, uma pintura (acrílica s/compensado), 15 gravuras e uma aquarela, além de um Catálogo da Programação Visual e Desenho Industrial. “Pude visitar este acervo e constatar, pessoalmente, como a Fundação tem cuidado bem dele. Por isso, afirmo que é uma alegria realizar mais essa doação. Pretendo inclusive, futuramente, enriquecer ainda mais o acervo, com outras doações”, avaliou a artista plástica.

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