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Em encontro na Fundação, cônsules estrangeiros falam do interesse em firmar parcerias

Publicado: Sexta, 08 de Novembro de 2019, 10h02 | Última atualização em Sexta, 08 de Novembro de 2019, 10h29 | Acessos: 114

A Fundaj realizou o I Encontro das Representações Internacionais na quinta-feira (7), reunindo representantes de consulados do Exterior no Brasil

Uma noite de celebração. A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) recebeu, nesta quinta-feira (7), 12 representantes dos consulados do Exterior no Brasil. O encontro proposto pela instituição teve como principal objetivo apresentar o trabalho desenvolvido pelas diretorias de pesquisa, formação e difusão da cultura nordestina. O evento foi realizado no campus de Casa Forte da Fundaj e teve início às 19h20 no Museu do Homem do Nordeste (Muhne).

Os cônsules foram recepcionados pelo presidente da Fundaj, Antônio Campos. Guiados por mediadores do Muhne, visitaram a intervenção expográfica “40 anos, 40 peças”, que retrata a trajetória do aparelho cultural. O momento contou com mediação participativa do presidente da Fundaj e do diretor do Museu, Frederico Almeida. O acervo reúne peças dos extintos Museu de Antropologia, Museu de Arte Popular e Museu do Açúcar.

Ao fim da visita, todos foram recebidos no Conselho Diretor da Fundaj (Condir) e convidados a compor a mesa da sala Gilberto Freyre. Em sua fala de abertura, Antônio Campos destacou a importância do espaço, que chamou de "casa do diálogo", para a história da Fundação e para aquele momento. "Nesta casa somos diversos e nosso lema é amar o povo brasileiro e fazer dele mais irmão das outras nações. Assim sonhou Nabuco", concluiu.

Em sua fala, o Diretor de Formação Profissional e Inovação da Fundaj, Wagner Maciel, apresentou os cursos desenvolvidos pela Escola de Inovação e Políticas Pública (EIPP), destacando o diálogo e interesse da diretoria em parcerias com os consulados estrangeiros. Maciel comentou que a diretoria tem discutido propostas de especializações em restauro e cinema. "A nossa vocação é cultura, ações sociais e gestão em políticas públicas."

O diretor Mário Hélio, da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca), ressaltou a importância do encontro para a apresentação das riquezas presentes no Nordeste brasileiro. "O nosso povo tem um gosto pelo cosmopolitismo e pela abertura ao mundo. Algo que não veio também da resolução de conflitos e da produção de uma cultura híbrida. Este encontro vem dizer que é preciso descobrir estes tesouros."

A mesa foi encerrada com a fala do Cônsul Honorário da República da Eslovênia. Rainier Michael parabenizou o presidente Antônio Campos pelo encontro e falou da importância do intercâmbio para os dias atuais. "Precisamos desses encontros e conversas para uma sociedade que está mudando. A humanidade precisa de inclusão e esse é um grande desafio que todos estamos passando", afirmou o cônsul.

"O legado é importante porque nos traz aqui, mas ele pode se tornar um fardo. Nos compete pegar este legado e transformar em algo vivo e útil para as próximas gerações", provocou Rainier Michael. "Imagino que a gente tenha outra oportunidades, não só para dialogar, mas para poder firmar parcerias, contribuições e aprendizados de ambos os lados dos nossos países", finalizou.

Para a Cônsul Honorária do Reino dos Países Baixos, Annelijn W. Van den Hoek, o encontro dos representantes pode ser considerado um marco. "É o início de uma parceria dos países que estão situados aqui. Somos 43 consulados, entre honorários e de carreira, e todos nós temos o que agregar com Pernambuco. Desde músicos e exposições a projetos e cursos para jovens e adultos", celebrou.

 

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