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Dia Mundial do Turismo é comemorado com debate na Fundaj

Publicado: Sexta, 04 de Outubro de 2019, 16h42 | Última atualização em Sexta, 04 de Outubro de 2019, 16h42 | Acessos: 150

Evento aconteceu nesta sexta-feira (4) e discutiu aspectos do turismo cultural no Nordeste

Turismo Cultural, Inovação e Políticas Públicas para Geração de Trabalho e Renda foi tema do debate desta sexta-feira (4) no Cinema da Fundação/Museu. Gestores, estudantes e profissionais da área estiveram presentes no evento, que foi promovido pela Escola de Inovação e Políticas Públicas (Eipp) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). A programação aconteceu em comemoração ao Dia Mundial do Turismo, celebrado no dia 27 de setembro. “O turismo cultural como formador de trabalho e renda é uma ferramenta fundamental no desenvolvimento nordestino, aspecto no qual a Fundação Joaquim Nabuco busca sempre colaborar. Com as mais variadas iniciativas, de curta a longa duração, temos o objetivo de, cada vez mais, fomentar e ajudar a criar políticas públicas com inovação, transparência e governança para o segmento”, afirmou o presidente da Fundaj, Antônio Campos. 

Representantes da Associação das Secretarias de Turismo (Astur), da Secretária de Turismo de Aliança, do Cabo de Santo Agostinho e de Recife, turismólogos, estudantes, dentre outros, lotaram o auditório do Cinema para ouvir sobre o cenário do turismo cultural no que diz respeito a geração de emprego e renda. O diretor de Gestão Interna do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Carlos Brito, explicou, no primeiro momento da mesa redonda o que a autarquia faz. “Somos os responsáveis por divulgar as belezas do Brasil em outros países e, quando se trata do Nordeste, a aceitação de Pernambuco é muito boa. Nossas águas quentes, culinária diferenciada e o carisma do nordestino fazem diferencial no exterior”, afirmou o diretor de Gestão Interna do Embratur, Carlos Brito.

Para iniciar o debate, o pesquisador da Diretoria de Pesquisa (Dipes) da Fundaj, Sérgio Kelner, comentou sobre o cenário tecnológico e influente do mundo atual. Logo depois, passou a fala para a mestre em administração e turismóloga, Roberta Albuquerque. “Pernambuco é considerado um celeiro cultural.Temos potencial turístico em todos os municípios e precisamos conhecer a identidade de cada povo para explorar da melhor forma as potencialidades do local”, afirmou ela.

Em seguida, foi a vez do doutor em Recursos Pesqueiros e Aquicultura, Thales Ramon Bezerra, falar sobre o equilíbrio da atividade em relação aos atores locais. “Para que haja sustentabilidade, é primordial que se tenha a inclusão da comunidade local na realização do trabalho turístico”, afirmou. Para finalizar, o administrador, turismólogo e mestre em PI e Transferência Tecnológica para Inovação, Eduardo Bemfica, destacou o que pode ser usado de forma proveitosa em prol do funcionamento do turismo nas regiões. ”Em relação a indicação geográfica, o benefício que se tem quando o lugar é submetido e reconhecido pelo INPI é que se apresenta a história daquele elemento o qual a região produz. A construção desse caderno de conhecimento proporciona discussão sobre os benefícios que o material traz para a população local. A partir disso, é gerado pertencimento e empoderamento do que aquilo representa para eles. Temos exemplos onde esse reconhecimento foi usado de forma eficaz e outros onde não funcionou, pois não se sabia das potencialidades. Temos casos de sucesso como o Vale dos Vinhedos em Porto Alegre e já temos mapeado o barro de Tracunhaém e o mel de Araripina, por exemplo. Dessa forma, a verificação do INPI é um diferencial competitivo para fomentar o turismo nessas localidades”.

Quanto a impressão do público sobre o evento, o estudante de Gestão em Turismo do campus Recife do IFPE, Caio César Medeiros, afirma que foi proveitoso: “Me interessei pelo tema porque busco saber quais são as inovações e possibilidades que o futuro oferece, dentro da inovação no mercado do turismo.”

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