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Exposição, intervenção museológica e entrega de medalhas abrilhantam aniversário da Fundaj

Publicado: Domingo, 21 de Julho de 2019, 22h09 | Última atualização em Domingo, 21 de Julho de 2019, 22h14 | Acessos: 227

Programação aconteceu no campus de Casa Forte neste domingo (21) como parte da comemoração dos 70 anos da Fundaj e 40 anos do Museu do Homem do Nordeste   

A Fundação Joaquim Nabuco comemorou seus 70 anos neste domingo (21) em cerimônia juntamente ao Museu do Homem do Nordeste, que completa 40 anos de legado para a cultura do Nordeste e do Brasil. A abertura das exposições “40 anos Educando”, “Muhne 40 Anos, 40 Peças” e cerimônia de entrega das medalhas Joaquim Nabuco e Gilberto Freyre para colaboradores da casa, personalidades e instituições que contribuíram com a Fundaj aconteceram no campus de Casa Forte.

Para abrir a segunda etapa das comemorações, o presidente da Fundaj, Antônio Campos, cortou a fita para dar início a exposição “40 anos Educando”, montada na sala Waldemar Valente em homenagem a Silvia Brasileiro, integrante da equipe do Educativo do Museu de 1987 a 2015. “O Muhne é um museu onde se ensina brincando”, disse o presidente. Já Silvia Brasileiro prestigiou o momento, discursou e recebeu as homenagens. “É uma grande emoção para mim ser lembrada por 28 anos de contribuição, quase três décadas aqui. Ao longo desse tempo, fizemos muitas parcerias e grandes projetos. E o mais importante, ensinamos as crianças a construírem e a questionarem”, afirmou.

Como representante do Ministro da Educação, Abraham Weintraub, o Assessor Especial, Vanderlei Soares Gutierres, em seu discurso, destacou a frase de Gilberto Freyre para falar da Fundaj: “‘sem um fim social, um saber será a maior das futilidades’, portanto sejamos sábios sem ser fúteis”. Ele relembrou toda a qualificação e a contribuição que Joaquim Nabuco e Gilberto Freyre deram para a sociedade e frisou: “as comemorações reforçam o compromisso com seus propósitos”. 

Em seguida, foi aberta a intervenção museológica “Muhne 40 Anos, 40 Peças”, que mistura-se com a exposição permanente do Muhne. Com 15 peças da exposição do museu somadas a outras 25 da reserva técnica para contar toda história do Muhne, as 40 peças foram identificadas e escolhidas em acordo com a equipe do Museu, considerando seus significados para cada época da instituição. A mostra vai virar uma publicação impressa, reunindo as 40 pessoas para escreverem textos sobre as 40 peças escolhidas.

Depois das duas aberturas em comemoração aos 40 anos do Museu, o som da Banda de Música da Polícia Militar de Pernambuco abriu a cerimônia de entrega das medalhas Joaquim Nabuco e Gilberto Freyre, em uma estrutura montada no jardim do Museu do Homem do Nordeste. Foram 110 homenageados entre servidores da casa, personalidades e instituições que contribuíram com a Fundação e o Museu. “A Fundação Joaquim Nabuco existe como resultado de uma iniciativa do mestre Gilberto Freyre. Há 70 anos atrás, ele propôs como uma das comemorações dos 100 anos de Nabuco a criação da instituição. Ao longo da sua história o instituto se tornou uma fundação que se agigantou e diversificou bastante suas ações e suas metas, mas ficou intacta na sua missão, a de valorizar o humano e valorizar o Brasil”, afirmou Antônio Campos em seu discurso.

Entre os homenageados, 50 servidores com mais de 40 anos de casa, artistas, como Lia de Itamaracá, artesãos, como mestre J. Borges, instituições, entre elas a Academia Pernambucana de Letras, o Tribunal de Justiça de Pernambuco e a Assembleia Legislativa de Pernambuco. Também serão agraciadas as famílias de personalidades que contribuíram para o desenvolvimento da Fundação, como as famílias Mário Lacerda, Mário Souto maior e Ulysses Pernambuco de Melo. Após as homenagens, todos foram convidados para comer o bolo em comemoração às sete décadas da Fundaj.

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