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3ª edição
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Ibarê Dantas é
Professor aposentado da Universidade Federal de Sergipe - UFSE
Também nesta edição
Piauí
Ceará
Pernambuco
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AS ELEIÇÕES DE 2002 EM SERGIPE
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Ibarê Dantas O quadro político de Sergipe pós 1964 tem sido marcado por uma continuidade dificilmente encontrada em outra unidade federativa. Desde os anos sessenta nenhum candidato da oposição conseguiu vencer uma eleição para o governo do Estado. Com o fim do período autoritário, houve duas mudanças de maior significação. A primeira ocorreu com a vitória de Jackson Barreto (PMDB) para a prefeitura de Aracaju, em 1985, enquanto a segunda somente aconteceu no pleito de 2000 com o triunfo de Marcelo Déda (PT). Contudo, para o Executivo Estadual, os oposicionistas continuavam sem vez até as eleições de 2002, quando o postulante do grupo situacionista pela primeira vez foi derrotado. Resta saber se esta vitória oposicionista aponta para alguma ruptura com os grupos dominantes ou significa o triunfo de uma dissidência representativa dos setores mais conservadores da política sergipana. Na esfera estadual concorreram sete candidatos a governador, quatro de partidos minúsculos (PSTU, PRT, PGT, PAN) com remotas possibilidades de vitória e três outros de agremiações de proporções variadas (PFL, PT e PTN) , reforçados por coligações que lhes proporcionavam chances de serem eleitos.
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Promoção Instituto de Pesquisas Sociais - INPSO, da FJN Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, da UFPE Núcleo de Estudos Estratégicos - NEST, da UFPE
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