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Recife, 05 de setembro de 2006

 

DIÁRIO DE PERNAMBUCO

VIVER

A casa-grande para além do seu valor arquitetônico

 

PATRIMÔNIO - Publicada na íntegra pela Massangana, pesquisa ratifica importância histórica e cultural dos engenhos de açúcar no contexto do desenvolvimento econômico e social da região.


Tatiana Meira
Da equipe do Diario

 

A casa-grande do engenho de açúcar é um clássico da arquitetura brasileira. Foi a partir dessa afirmação, uma provocação intelectual proferida pelo sociólogo Gilberto Freyre, autor do clássico Casa-grande & senzala, durante um seminário sobre arquitetura nos trópicos, em 1984, que o arquiteto e professor Geraldo Gomes se sentiu motivado a aprofundar seus estudos sobre o tema. Seis anos depois, defendia na Universidade de São Paulo, sua tese de doutorado intitulada Engenho e arquitetura.

  O material resumido foi publicado sob o formato de livro em 1998, pela Fundação Gilberto Freyre. Procurado por leitores e pesquisadores que desejavam saber mais sobre o assunto, Geraldo Gomes fez contato com a editora Massangana, que agora publica o trabalho na íntegra, inclusive com a reprodução na língua original das citações traduzidas, ao final de cada capítulo. São 416 páginas onde o autor detalha sua pesquisa, em que foram visitados 165 engenhos em Pernambuco, muitos deles registrados em fotografias, parte delas feitas pelo autor. No lançamento, que acontece hoje às 19h, na Saraiva (Shopping Recife), estarão presentes para discussão os arquitetos José Luiz da Mota Menezes e Vitória Andrade, do IAB-PE.

  Engenho e arquitetura é dividido em quatro capítulos. O primeiro é focado nas questões econômicas, sociais e tecnológicas envolvendo a produção do açúcar em Pernambuco. No segundo, além de analisar a arquitetura dos edifícios de engenho desaparecidos, Geraldo Gomes aborda os principais pontos construídos nos engenhos: a fábrica (também chamada de moita ou o engenho propriamente dito); a senzala, habitada pelos escravos; a casa-grande e a capela. O terceiro traça uma classificação tipológica das construções e o quarto contém teses sobre os partidos arquitetônicos dos edifícios de engenho.

  O trabalho também mostra como a arquitetura serviu de testemunha à segregação racial, como no caso do engenho Poço Comprido, em Vicência, único tombado como monumento nacional em Pernambuco, onde o acesso à capela era feito por um corredor no andar superior da casa-grande, sem que a família do senhor de engenho passasse pela nave e precisasse estar perto dos escravos. Outra curiosidade são os alpendres das capelas, de onde os escravos, por não serem batizados, assistiam às missas.

  "A expressão casa-grande só passou a ser usada no século 19, e elas eram mais urbanas que rurais. Até a varanda era retirada, pois os senhores de engenho moravam pouco nelas, só na época da moagem", explica Geraldo Gomes, lembrando que essas construções representam um patrimônio frágil, pois muitas foram erguidas com madeira e reboco, material que entra em ruína rapidamente. Ele cita dois exemplos de engenhos desaparecidos: o Megaípe, do séc. 17, dinamitado pelo donos das terras quando soube que seria tombado, na década de 20, e o Matapiruna, em Escada."Também procurei desmitificar que as influências nos engenhos eram só portuguesas, pois também são francesas e das antilhas inglesas", ressalta. A edição vem encartada com o DVD Cultura do açúcar, que condensa em30 minutos depoimentos de proprietários, moradores de engenhos e especialistas, além de belas imagens que alertam para a necessidade de preservação dessas construções seculares.

Serviço

Lançamento do livro Engenho e arquitetura, de Geraldo Gomes

Onde: Livraria Saraiva Mega Store (Shopping Recife)

Quando: Hoje, às 19h

Quanto: Entrada franca. Livro custa R$ 30

 

MAC abriga nova mostra do Salão de Artes

 

Artistas selecionados desenvolveram os projetos que apresentam hoje com apoio de bolsas de pesquisa.


JÚLIO CAVANI
DA EQUIPE DO DIARIO


Omaior museu da Cidade Alta ficou pequeno para abrigar o acervo da Menor Casa de Olinda. "Essa exposição caberia até no Mamam", garante o artista Fernando Peres, que levou para o Museu de Arte Contemporânea (MAC) tudo o que guarda em sua residência-ateliê, famosa por suas pequenas proporções arquitetônicas. É impressionante a quantidade de informação sonora, visual e textual espalhada pelas duas salas que ele ocupa na instituição, onde está dormindo desde sábado, tudo equilibrado com um organizado senso de bagunça. Se a montagem como um todo faz o público se sentir dentro da sua cabeça, cada detalhe ali presente mostra como sua mente está antenada com o que acontece no mundo e em outras galáxias distantes.

  Peres é um dos três artistas que participam desta terceira exposição do 47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco. Ele lembra que não é preciso levar convites para a inauguração, hoje, às 19h30, mas recomenda que as pessoas contribuam com bebidas e comidas para a realização de uma festa improvisada. Seu projeto foi desenvolvido com o apoio de bolsas de pesquisa, assim como os trabalhos de Jeanine Toledo e Cristina Ribas, que também os expõem a partir de hoje no MAC.

  Jeanine produziu um conjunto de livros inspirados em artistas que fazem parte de sua formação. Um deles, por exemplo, é dedicado a Marina Abramovic, cujas performances muitas vezes envolvem situações extremas de risco à vida. A expressão passion (paixão em inglês) foi impressa na capa e todas as páginas foram carimbadas com a palavra poison (veneno) e banhadas com veneno de verdade e só podem ser folheadas com uma luva. Jeanine, assim, faz o público não só conhecer aquela referência histórica da arte, mas também o permite experienciar suas tensões.

  Além de Abramovic, Jeanine produziu livros de artista para Lygia Clark, Eva Hesse, Louise Burgeois, Leonilson, Kiki Smith, Cindy Sherman e Ana Mandieta. A artista associa a cada um auto-referências estéticas e temas relacionados ao corpo e à mulher. A exposição se chama Gerar, parir, regenerar.

Projeção - A maior parte do trabalho de Cristina Ribas está no MAC, mas se expande também para o 11º andar de um prédio na Avenida Dantas Barreto, no Centro. Durante à noite, quem olhar para o alto do Edifício da Associação de Imprensa de Pernambuco (AIP), ao lado do Pátio do Carmo, vai ver um clarão retangular em uma grande janela, lembrando a imagem de uma tela de cinema.

  A inspiração da artista é o antigo Cinema AIP, que funcionava no local. Ela leva para o MAC diversas imagens, vídeos, músicas e textos associados direta ou indiretamente à antiga sala de projeção, que fechou as portas no ano passado depois de anos de decadência. Cristina faz uma espécie de arqueologia alegórica sobre o assunto, misturando realidade e ficção. Ela apresenta seu fichário composto por registros de obras de outros artistas, "realizações em artes visuais que recriam as situações onde as obras vão acontecer".

Serviço

Salão de Artes Plásticas de Pernambuco

Quando: Abertura hoje, às 19h30. Em cartaz até 8 de outubro

Onde: Museu de Arte Contemporânea - MAC (Rua 13 de maio, 157, Varadouro, Olinda)

Informações: 3429-2587

 

DIVERSÃO CINEMA

Caché

 

Após receberem uma fita de vídeo com imagens de sua casa, um casal tenta descobrir quem é a pessoa que os está espionando. Direção: Michael Haneke
Elenco: Juliette Binoche, Daniel Auteuil. Cinema da Fundação. Sexta,às 16h. 14 anos

 

ROMA DE FELLINI


Retrato impressionista da cidade de Roma através dos olhos de Federico Fellini, que mistura passagens autobiográficas com cenas da Roma de 1972. Dir. Federico Fellin.
Cinema da Fundação. 20h10.  12 anos.

 

EXPOSIÇÕES

 

HUGO HOUAYEK | O artista apresenta quadros totalmente brancos, feitos com lonas de plástico, alguns volumétricos, em frente a paredes da mesma cor. Galeria Vicente do Rêgo Monteiro — Fundação Joaquim Nabuco (Rua Henrique Dias, 609, Derby. Informações: 3073-6692). Até 1 de outubro

 

FOLHA DE PERNAMBUCO

PROGRAMA

FOLHA INDICA

 

HISTÓRIA

A história da produção de açúcar no Nordeste ganha mais uma publicação direcionada ao assunto, com o lançamento do livro "Engenho e Arquitetura", do arquiteto Geraldo Gomes. A publicação é ilustrada e traz estudo aprofundado sobre as origens, a tipologia e a arquitetura encontrada no casario de engenhos no Brasil, Estados Unidos e Cuba. A obra é edita! da pela Editora Massangana da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e será lançada hoje, às 19h, na Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Recife. Informações: 3464-9393.

 

EM CARTAZ

 

Vamos Todos Dançar Dir. Marylin Agrelo. Com Tara Devon Gallagher, Madeleine Hackney, Rodney Lopez A trajetória de alunos de instituições públicas americanas selecionados para a disputa de um campeonato de dança de salão. Cinema da Fundação: 18h10. 2 anos.

 

Roma, de Fellini (Roma de Fellini, Roma, 1972). De Federico Fellini. Com Peter Gonzáles, Fiona Florence. Retrato impressionista da cidade de Roma através dos olhos de Fellini, misturando passagens autobiográficas e cenas de uma Roma moderna.
Cinema da Fundação: 20h10. 12 anos.

 

Caché

 

Após receberem uma fita de vídeo com imagens de sua casa, um casal tenta descobrir quem é a pessoa que os está espionando. Direção: Michael Haneke.Elenco: Juliette Binoche, Daniel Auteuil. Cinema da Fundação. 20h10. 14 anos.

EXPOSIÇÕES

O branco nas telas

 

Galeria Vicente do Rego Monteiro. “O Branco Neve”, de Hugo Houayerk. Cinco telas cobertas apenas com lona plástica branca (duas têm enchimento de espuma) que questionam o conceito tradicional de pintura e interagem com o espaço pintado da mesma cor. Os quadros resgatam o conceito de “branco sobre  branco” sistematizado pelo pintor russo Kasimir Malevitch. Terça domingo, das 15h às 20h. Fundação Joaquim Nabuco Derby. Entrada Franca. Rua Henrique Dias, 609, Derby. Informações: 3073-66912.

 

JORNAL DO COMMERCIO

CADERNO C

46º Salão libera arte a conta-gota

OLÍVIA MINDÊLO

Ao contrário da edição anterior, o 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, um dos maiores eventos da área no Estado, resolveu mostrar os trabalhos dos artistas bolsistas num esquema a “conta-gotas” este ano. Em vez de duas grandes exposições, as conhecidas Resultado 1 e Resultado 2, a versão 2006 está distribuída em cinco mostras, não só de artes plásticas, mas também de fotografia. A primeira delas, dos fotógrafos Renan Cepeda e Edouard Fraipont, cumpriu temporada de julho a agosto, no Museu de Arte Contemporânea (MAC-PE), em Olinda. É lá que entra em cartaz, hoje, a segunda leva de bolsistas selecionados, o trio Fernando Peres (PE), Jeanine Toledo (PE) e Cristina Ribas (RS). Como os demais, os artistas tiveram um ano para desenvolver seus projetos contemplados pelo Governo do Estado. Abaixo, um passeio por cada uma das individuais, que trazem obras bem diferentes entre si, mas conectadas, de alguma forma, por um eixo curatorial. “Os artistas são catalisadores de suas próprias referências. São trabalhos que ativam a subjetividade”, resume a curadora da exposição, Cristiana Tejo.

Fernando Peres toca fogo nas memórias e zera tudo
Publicado em 05.09.2006

Nome por trás do extinto coletivo Moluscolama, da Menor Casa de Olinda e da produtora Telephone Colorido, Fernando Peres é uma daquelas pessoas de quem se pode esperar tudo. Tirando o fato de que vez por outra o artista “carioca-olindense” aparece sem roupa nas vernissages da cidade, o que já é previsível, o trabalho de Peres sempre costuma trazer algo de inusitado, nem que seja do seu velho, conhecido e interminável baú de coleções.

Pois é uma parte desse relicário de pequenas manias que o público vai ter a chance de ver a partir de hoje na mostra do 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, para o qual Peres foi selecionado como bolsista. Apesar do caráter institucional, as instalações que ele leva ao MAC-PE continuam com o espírito Moluscolama de ser, procurando quebrar tudo que seja formal, conceitual, com um ar sempre meio debochado.

A começar pelo título do projeto: Esperando a manifestação do suco de caju. Não espere nada, vale o aviso, porque a obra não tem aparentemente nenhuma relação com o nome de batismo. Trata-se de uma instalação, se é que possível definir sua obra assim, onde há todo (e não é pouco) tipo de papel, lembrança, recado, bilhete, rabisco, documento, panfleto, cartaz e desenho pregados na parede, relacionados à própria vida do artista, que ao expor sua intimidade no museu, faz um movimento parecido com uma análise terapêutica. Até porque ele pretende detonar parte dessa papelada, tocando fogo em provas escolares, fotos de infância e outras recordações de sua coleção, numa performance que acontece hoje, na abertura da exposição.

“É uma forma de eu me desprender de algumas coisas, de dar uma zerada, até porque sempre coleciono muito, e vou continuar sendo um colecionador obsessivo”, explica o artista, que pede aos visitantes que forem hoje ao MAC-PE levar qualquer tipo de comida, para que “o coquetel seja melhor do que a exposição”.

O mural biográfico de Peres (vale a pena parar nele) abarca seis temas: Infância, Mulheres recortadas (de revistas, principalmente), A Menor Casa de Olinda – cotidiano, Espaço, Zoologia e Autoflagelação. A individual se completa com uma sala-aquário, chamada Clube do ursinho satanista, além de objetos e trabalhos em videoarte.

Vidas e obras se cruzam no trabalho de Jeanine Toledo

A subjetividade, como em Fernando Peres, também é uma marca presente no trabalho da artista plástica Jeanine Toledo, alagoana radicada em Pernambuco. Através de um conjunto de livros-objetos, batizado de Gerar, parir e regerar, a artista traduz plasticamente a maneira como se identifica com a obra de oito artistas contemporâneos, sem negá-los, ao contrário, fazendo uma homenagem honesta a essas referências, ao mesmo tempo em que imprime um olhar particular, delimitador desse projeto de pesquisa artística.

Para o trabalho, ela elegeu os seguintes nomes como influências diretas: Ana Mendieta (Cuba), Lygia Clark (Minas Gerais), Cindy Sherman (Estados Unidos), Marina Abramovic (Iugoslávia), Leonilson Bezerra (Ceará), Eva Hesse (Alemanha), Louise Bourgeois (França) e Kiki Smith (Alemanha).

A partir dessa lista, Jeanine buscou um eixo temático que traduzisse os pontos de interseção entre o seu trabalho e o deles. Esse eixo é formado pelo seguinte tripé de ligação: o corpo, como performance, referência estética, o feminino, delicado e, ao mesmo tempo, vestido de novos posicionamentos diante do mundo e, por fim, a auto-referência, a própria subjetividade. “Esse trabalho é muito a cartografia do emocional, de forma bastante forte”, adianta Jeanine.

De acordo com a artista, seu projeto tem o resultado mais formal dessa leva do salão, uma vez que não se traduz numa linguagem múltipla, multimídia, como acontece com Peres e Cristina Ribas. O resultado é esquemático e reflete um longo período de pesquisa em livros, o que caracteriza e dá essência ao trabalho.

Em cada peça, livro-objeto, há uma espécie de leitura visual de Jeanine do que seja a obra de cada artista, de acordo com os tais pontos de interseção. Os livros dedicados a Kiki Smith, por exemplo, escondem fotografias, impressas em acrílico, do parto da artista. Não deixa de ser uma alusão a uma litografia da alemã, chamda Born (Nascimento). O livro para Ana Mendieta, por sua vez, é uma referência à sua série de silhuetas, que compõem um livro com folhas de bananeira. E nada é gratuito.

Em todos os objetos, o espectador é convidado a interagir, como numa provocação para mergulharmos no universo que tanto atrai Jeanine.

Cristina Ribas questiona serviço público e sociedade

Depois de participar da Semana de artes visuais do Recife (o SPA das artes), em 2004, e do projeto Trajetórias 2005, da Fundação Joaquim Nabuco, através do grupo Laranjas, a jovem artista gaúcha Cristina Ribas volta a expor no Recife, desta vez com um projeto maior e mais ousado para o 46º Salão de artes plásticas de Pernambuco.

Maquete, instalação, videoarte, folder, fotografia, intervenção urbana. São vários os suportes que a artista multimídia trabalha nessa mostra do MAC-PE, apresentando duas obras independentes: Serviço público: AIP IAB MAC e Arquivo de emergência. Ambas usam a arte como uma forma de questionar, sutilmente, as instituições públicas, além de o funcionamento e as transformações da sociedade. “Um artista de uma bolsa como essa é um funcionário do serviço público. Então, é importante questionar isso”, analisa Cristina.

O projeto gira em torno de sua descoberta do extinto Cine AIP, da Associação de Imprensa de Pernambuco, um desdobramento do trabalho que já vinha realizando, através de fotografias, em cinemas abandonados do País. Para desenvolver o recorte artístico em cima do tema AIP, Cristina conversou com funcionários antigos da casa e produziu imagens em vídeo e foto, além de uma instalação (maquete) e uma intervenção urbana no próprio prédio do AIP, situado no Centro da cidade. No local, ela montou um telão iluminado que ocupa o lugar de uma grande janela e está voltado para a rua, como se estivesse pronto para projetar um filme. A obra pode ser vista a partir de hoje.

No Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), a gaúcha foi guiada por uma atração pela arquitetura moderna do prédio e pela descoberta do livro Delfim Amorim, relacionado ao arquiteto Delfim Amorim.

Já no trabalho Arquivo de emergência, exposto no MAC-PE, a artista mapeia estratégias artísticas, uma espécie de catálogo com cerca de 40 trabalhos de arte contemporânea, que podem ser folheados pelo público. O espectador pode ter acesso ainda a 17 vídeos, além dos outros suportes que compõem o resultado do trabalho de pesquisa de Cristina.

Segunda coletiva do 46º Salão de artes plásticas de Pernambuco, de hoje a 8/10, no MAC-PE – Rua 13 de Maio, Carmo, Olinda. Entrada franca

ALEX

Notas

Já recebi, enviada por Mário Hélio, a mais recente edição de Engenho e Arquitetura, de Geraldo Gomes, agora reeditada pela Fundaj, em edição de luxo e muito bem-ilustrada. Sendo muito lamentada na sociedade pernambucana o falecimento da senhora Sônia Vasconcelos Maçães. Companheiro Elias Roma Filho, separei o seu livro Dom Hélder e os Jovens para ler. Foi lançado no Palácio do Governo e já está nas boas livrarias, incluindo a da igreja das Fronteiras. Parabéns

EM CARTAZ CINEMA

 

Vamos Todos Dançar Dir. Marylin Agrelo. Com Tara Devon Gallagher, Madeleine Hackney, Rodney Lopez A trajetória de alunos de instituições públicas americanas selecionados para a disputa de um campeonato de dança de salão. Cinema da Fundação: 18h10.

 

Roma de Fellini - Retrato impressionista da cidade de Roma através dos olhos de Federico Fellini, que mistura passagens autobiográficas com cenas da Roma de 1972. Dir. Federico Fellin. Cinema da Fundação. 20h10. 12 anos.




 
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