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Um novo olhar sobre o Brasil


O Brasil optou pela MUDANÇA e hoje tem um presidente que veio do povo, que conhece bem suas angústias e sua força e que tem a coragem política de inverter prioridades, com o firme de propósito de reverter o atual quadro social que exclui 53 milhões de brasileiros.


A partir de um grande pacto social pela inclusão, em sua dimensão emergencial e estrutural, através da implementação de ações integradas de curto e longo prazo, o maior desafio do novo Governo é TRANSFORMAR os territórios da exclusão em territórios da esperança e, a partir daí, em territórios da inclusão.


Com esse novo olhar sobre o Brasil, o ministro Cristovam Buarque lançou um desafio à FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO: “Temos que completar a República, temos que fazer a segunda abolição. A chave disso é a educação do povo brasileiro. Esse é o desafio que temos pela frente. E a Fundação Joaquim Nabuco deve liderar esse movimento de pensar o Brasil com olhos alternativos.”


[Um novo olhar sobre a Fundação Joaquim Nabuco]

É com esse desafio à frente que a atual gestão, comandada pelo Presidente Fernando Lyra, está propondo aos funcionários um amplo debate sobre como a Fundação Joaquim Nabuco poderá contribuir na reconstrução de um Brasil melhor para todos os brasileiros.


A idéia central é unir e dinamizar o corpo técnico, num trabalho construtivo e sintonizado com as mudanças exigidas pelo país, contribuindo para o redesenho de Políticas Públicas, priorizando a inclusão social e o desenvolvimento local sustentável, a partir dos eixos temáticos Educação, Cultura e Ciência e Tecnologia. Para tal, a FJN deve estar sintonizada, em todos os níveis, com o Programa de Governo de Lula, e seguir as seguintes diretrizes gerais:


  • Seus projetos e ações devem ter uma dimensão nacional e corresponder ao perfil de uma entidade que tem um raio de ação interestadual

  • Voltar-se às demandas mais urgentes para o aprimoramento e a democratização do ensino e trabalhar em sintonia com o Ministério da Cultura no esforço pelo maior acesso do cidadão aos bens culturais.

  • Dar ênfase à articulação com os órgãos de âmbito regional e representações de estados e municípios e da sociedade civil organizada, para evitar as superposições e as dispersões de esforços e recursos.

  • Contribuir com estudos e pesquisas da realidade do NE para a difusão cultural, na perspectiva de ajudar a estruturação de projetos de desenvolvimento sustentável e inclusão social em diversas áreas.

  • Promover e fortalecer a integração entre as ações das Diretorias da Instituição;

  • Aprofundar os estudos sobre o pensamento de Joaquim Nabuco.






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