Fundação Joaquim Nabuco

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Programas Institucionais

Agenda de Outubro/2018 dos Programas Institucionais

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Des-Composição Pedagógica

Des-Composição Pedagógica. Oficina sobre pesquisa educacional e pedagogias críticas radicalizadas.

A Oficina em questão propõe desenvolver recursos interpretativos para as pesquisa em educação, recorrendo a ferramentas - conceitual, prática, experimental e vivencial - e exercícios narrativos enlaçados aos marcos conceitual/metodológico de pedagogias criticas radicalizadas desde o Sul, descoloniais e queer, como uma maneira de provocar-nos a habitar os nossos sentidos vitais nas pesquisas educacionais.

A oficina será realizada no Ed. Ulysses Pernambucano, 3º andar - Derby e terá continuidade nos dias 1, 13, 14 e 15 de Setembro.

Facilitador: Dr. Francisco Ramallo, Professor da Universidad Nacional de Mar del Plata e pesquisador do Centro de Investigaciones Multidisciplinares en Educación - CIMED, Argentina.

Horário: nas quintas e sextas, das 19h às 22h; sábado das 14h às 18h.

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Agenda de Setembro/2018 dos Programas Institucionais

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Revista Coletiva - 2ª Edição

No mês de agosto, a Coletiva, revista online de divulgação científica da Fundação Joaquim Nabuco, publicou sua 2ª edição das colunas mensais. Os temas abordados percorrem educação, política, questões socioambientais e arte. O conteúdo é diversificado e abrangente e os leitores continuam tendo acesso às edições anteriores.

Contribuindo com a coluna “Política e Cidadania”, Túlio Velho Barreto, sociólogo e pesquisador da Fundaj, assina o texto “Jornadas de Junho de 2013, um breve balanço cinco anos depois” e relembra esses movimentos que marcaram o Brasil, fazendo apanhado das suas causas e implicações. Na segunda edição da coluna “Diversidade Socioambiental”, a doutoranda em Sociologia e Antropologia pelo IFSC/UFRJ e analista ambiental do IBAMA, Karine Narahara, nos introduz ao universo do povo indígena Mapuche e às suas questões territoriais em “Lidando com as forças do mundo: petroleiras e o povo Mapuche na Argentina”. Em produção intitulada “Currículos em rede e devir”, Antônio Carlos Amorim, doutor em educação e professor na Unicamp, colabora com a coluna “Educação e Diferença e…”, ao suscitar importante discussão pela perspectiva do filósofo francês, Gilles Deleuze. Com o título “Bordas de uma exclusão visual”, a coluna “Arte e Sociedade” é atualizada por José Afonso Jr., pesquisador e professor em Comunicação pela UFPE. Sua escrita elucida as facetas documental e histórica da fotografia, ao recuperar o trabalho do mineiro Chichico Alkmim.

 

Não deixe de se atualizar, acesse coletiva.org e faça boas leituras!


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A Educação Ambiental “fora da caixa”

A educação ambiental será tema da Roda de Conversa Intenção e atenção nos processos de aprendizagem – por uma educação ambiental 'fora da caixa'. O debate acontece amanhã a partir das 9h, na sala Gilberto Osório, Fundaj de Apipucos.

A pesquisadora da Fundaj Edneida Cavalcanti ressalta que é muito importante o espaço para que tema seja debatido. “A Educação Ambiental alcançou status de tema transversal, mas isso não garantiu sua penetração em todas as disciplinas e, na maior parte das situações segue repetindo o modelo educacional hegemônico, que deixa de fora a perspectiva interdisciplinar”, conclui. Edneida faz parte da equipe do Núcleo de Estudos e Articulação sobre o Semi-Árido (NESA), na Fundação Joaquim Nabuco.

A mediadora da conversa será Rita Muhle, doutora em educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Escola de Humanidades da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Durante a roda, Rita vai detalhar o artigo que fez com a professora Isabel Carvalho, também da PUCRS, e relatar seus campos de pesquisa que serviram de exemplo para a produção do artigo.

Tratar o processo de aprendizagem e as práticas de educação por meio de uma perspectiva ampliada é o objetivo principal de Rita. “Olhar mais para um viés atencional das experiências do que intencional. Por isso a expressão fora da caixa, saindo dos padrões tradicionais e formais das práticas escolares”, explica a pesquisadora.

A roda de conversa marca a parceria entre o Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação e Sustentabilidade (GEPES) da UFRPE e o Programa Institucional Educação, Governança e Sustentabilidade (PI5) da Fundaj. O PI5 é um projeto que busca, através da educação, conscientizar e fortalecer o valor da sustentabilidade. Para isso, o programa atua em espaços educacionais e culturais e dialoga com especializações diversas, tanto internamente quanto em outros espaços de discussão.

[Texto: Ascom Fundaj]

Dia: 31 de agosto de 2018
Horário: 9h
Local: Sala Gilberto Osório (Fundaj - Rua Dois Irmãos, 92, Apipucos)

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INCT

Coordenação na Fundaj, Catia Lubambo.

Integra as ações propostas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial, que foi resultado de submissão ao Edital do CNPq em 2014  e aprovado entre novos INCTs, em março de 2017 (Ver Selo INCT em anexo). O referido INCT está sob a coordenação do IPEA e tem entre suas instituições integrantes a Fundação Joaquim Nabuco que se constituiu como instituição parceira, conforme quadro de composição do Comitê Gestor, constante na proposta encaminhada ao CNPq, além de contar com a colaboração de outros três pesquisadores: Alexandrina Sobreira, Diogo Helal e Neison Freire.

 

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Em maio de 2017, aconteceu a primeira reunião do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial, por ocasião do encontro da ANPUR em Belo Horizonte.

Agenda de Agosto/2018 dos Programas Institucionais

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Agenda de Julho/2018 dos Programas Institucionais

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Estudos desenvolvidos na Fundaj analisam relação entre cidade, extensões universitárias e ensino superior no interior

Os projetos de extensão estreitam os vínculos entre as universidades públicas e a cidade. Assim como o aumento da oferta no ensino superior do Nordeste traz inúmeras transformações para a região. Esses são alguns dos pontos debatidos em duas pesquisas sobre o ensino superior desenvolvidas na Fundaj, dentro do Programa Institucional “Educação pela Cidade”.

Os estudos “Efeitos das políticas de extensão das universidades públicas em Pernambuco: qualidade de vida das cidades, estruturação de redes associativas e esferas públicas locais”, pensado pela pesquisadora Helenilda Cavalcanti e “O ensino Superior no Interior do Nordeste: efeitos sobre o desenvolvimento” trazem uma análise sobre aspectos que envolvem o ensino universitário e sua relação com o crescimento social em centros urbanos e no interior.

As pesquisas irmãs são coordenadas pelo pesquisador da Fundaj Luis Henrique Romani, que coloca como objetivo checar até que ponto do ensino superior auxilia a vida nos municípios. Além de transformar a cultura e integrar o governo com a população, ele justifica que essas questões ajudam a pensar melhorias nas políticas públicas, não só em instituições públicas, como também as privadas, através de programas como Prouni e Fies. “Já é sabido que ter um ensino superior muito difundido é extremamente importante para o desenvolvimento das regiões”, explica.

Foram gravadas mais de 20 horas de entrevistas com alunos, professores e gestores de forma geral. Neste momento, as pesquisas estão em processo de transcrição para análise de discurso, que já identifica como ponto forte as transformações urbanas. A partir disso, pensou-se em um trabalho que envolvesse acesso aos perfis dos estudantes e ao índice de desenvolvimento pelo aumento da oferta de ensino superior no interior.

Um dos pontos a analisados, além da empregabilidade do ex-aluno, é como algumas cidades incorporam os projetos universitários, se beneficiando, por exemplo, na área de saúde. Em diálogo com a segunda pesquisa, observa-se que as transformações no nordeste aumentam a oferta no ensino superior. “Os dois estudos estão completamente interligados,” diz o coordenador.

O coordenador do Programa Institucional que abriga os dois estudos, Cristiano Borba, afirma que ter trabalhos dessa natureza na instituição são relevantes para difundir a educação uniformemente pelas regiões. “Qualquer país que pretende ser desenvolvido tem que ter um investimento em formação universitária qualificada. Isso não pode estar concentrado só em grandes cidades”, explica.

As pesquisas iniciadas, respectivamente em 2016 e 2017, têm previsão de finalização em 2019. Romani tem intenção de organizar um  workshop ainda este ano com os gestores de extensão universitária para apresentar a pesquisa e debater com eles para confirmar resultados.

(Texto: Ascom Fundaj)

IV Seminário do Programas Institucionais - Panorama dos Museus Comunitários do Brasil

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Foto: Ascom Fundaj

Para analisar o panorama dos museus comunitários no Brasil, o IV Seminário dos Programas Institucionais trouxe nesta quarta-feira (20) o debate da participação social nos museus para a sala Calouste Gulbekian, da Fundaj Casa Forte. Na parte da manhã, a convidada da mesa foi a Mestra em Museologia pela Universidade de São Paulo (USP), Suzy da Silva Santos, que apresentou os resultados de sua pesquisa “Ecomuseus e museus comunitários no Brasil: estudo exploratório de possibilidades museológicas.”

"Qual palavra vêm a mente de vocês quando pensam em museu de comunidade?" provocou. Segundo ela, pensar na construção teórica é pensar como a diversidade de olhares sobre algo é um fio condutor para uma pesquisa. Ela utilizou essa pluralidade em seu trabalho, pioneiro na área, para mapear de forma abrangente os museus comunitários.

Expondo toda metodologia de compilação de teóricos, fontes e reflexões, Suzy pontua a diferença entre uma museologia que conscientiza, e uma museologia que é realmente a expressão de um movimento social. Como mulher negra, levou sua bagagem para enxergar o assunto de dentro “Quando comecei a pesquisar, já tinha uma ideia pronta sobre museus comunitários e olhava com olhar de julgamento para algumas iniciativas. Na verdade eu não estava observando o que aquelas pessoas entendiam como comunidade.”

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A mestra exibiu no seminário a metodologia de sua pesquisa de forma sintética. As diferenças entre termos e conceitos, seguido de mapeamentos e contextualizações, finalizando com uma análise geral e as reflexões finais. “O que eu enxerguei nessas iniciativas foi uma potência, que trouxe contextos de vida como uma força para a pesquisa.” Para ela, é essencial entender o que foi o movimento, integrar experiências de diferente campos de conhecimento e práticas cotidianas de memória e preservação para realmente pensar na museologia social como um agente transformador.

A coordenadora do encontro e pesquisadora da Divisão de Estudos Museais e Ações Comunitárias do Museu Homem do Nordeste, Silvia Barreto, destaca a participação do Museu do Homem do Nordeste como serviço à comunidade. “Como temos um museu público, estatal, que se pretende representar a diversidade do ser nordestino, a gente precisa aumentar a diversidade de vozes nessa exposição de longa duração.”

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Durante a tarde, o evento continuou, com um debate iniciado por Givanildo Ferreira, doutorando em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Ele abordou seu projeto de pesquisa de dissertação, desenvolvido a partir de uma análise etnográfica sobre a relação de poder entre a produção de conhecimento autodidata, realizado pelo ex-pescador, hoje colecionador e pesquisador, Josué Crispim, e o conhecimento acadêmico.

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"O objetivo do estudo é analisar e refletir a produção do conhecimento, sua apropriação, visualizando- a de forma positiva, desmistificando o monopólio que regulamenta a difusão do conhecimento acadêmico como única forma de construção científica, além de indicar possíveis caminhos para a redução da normatividade nos campos disciplinares", ressaltou Givanildo.

Dando continuidade, Suzy da Silva Santos comentou um pouco mais sobre sua pesquisa “Ecomuseus e museus comunitários no Brasil: estudo exploratório de possibilidades museológicas”, enfatizando sobre como vários lugares do Brasil ainda possuem poucos museus e questionando por quais motivos isso ocorre.

Henrique Cruz chefe da Divisão de Estudos Museais e Ações Comunitárias do Museu do Homem do Nordeste encerrou o evento com a apresentação do artigo Cenário dos Museus Comunitários no Nordeste do Brasil - Primeiras impressões, realizado com Cláudia Braga.  "Precisamos abrir espaço para as pessoas da área para que elas conheçam os museus, suas características e os estudiosos responsáveis para que possamos assim abranger uma quantidade maior de visitantes", comentou Henrique.

(Texto: Ascom Fundaj)

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