Fundação Joaquim Nabuco

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CINE ÀS ESCURAS: MOSTRA ACESSÍVEL E SEM TABUS ACONTECE NO CINEMA DO MUSEU

O curta carioca Um novo ensaio (Natara Ney, 2014) é um dos destaques da programação (Foto: Divulgação) [Descrição da imagem: Fotografia colorida de uma mulher de pele clara, magra e de cabelos cacheados presos em rabo de cavalo. Ela usa óculos escuros, bengala e caminha por numa calçada. Atrás dela, um homem encostado numa parede a observa]O curta carioca Um novo ensaio (Natara Ney, 2014) é um dos destaques da programação (Foto: Divulgação) [Descrição da imagem: Fotografia colorida de uma mulher de pele clara, magra e de cabelos cacheados presos em rabo de cavalo. Ela usa óculos escuros, bengala e caminha por numa calçada. Atrás dela, um homem encostado numa parede a observa]

Por Lara Ximenes

A Fundação Joaquim Nabuco recebe a partir desta quinta-feira (17) até 22 de março a I Mostra Erótica de Cinema com ​recursos de acessibilidade comunicacional, o Cine Às Escuras. Sem caráter competitivo e com sessões gratuitas, a mostra reúne filmes, entre curtas e longas, que apresentam o universo erótico sem tabus, além das oficinas de Legendagem Descritiva e Audiodescrição no Audiovisual. Segundo Andreza Nóbrega, coordenadora da VouVer Acessibilidade, realizadora do evento, a ideia não é criar um ambiente exclusivo para pessoas com deficiência, e sim inclusivo e acessível. “É importante reforçar isso: o acesso é possível para todas as pessoas, com deficiência ou não. A diferença do Cine às Escuras para as mostras convencionais é que nesse evento os recursos de audiodescrição, libras e legendagem permitem que pessoas com deficiência possam assistir aos filmes também, em situação de igualdade”, conta a coordenadora.

Para Andreza, é importante conviver e dividir espaços com essas pessoas, a fim de combater a exclusão. “É preciso compreendê-las além dos estereótipos”, disse a coordenadora. “Sempre trabalhei com teatro e nisso eu buscava democratizar a cultura e a arte, seja descentralizando as produções ou buscando espaços alternativos que fossem acessíveis financeiramente. Um dia me questionei sobre como essa democratização poderia ir além e atingir as pessoas com deficiência. Hoje compreendo os recursos de acessibilidade como vias de inclusão”, defende.

Última atualização em Seg, 14 de Março de 2016 12:18

CARNAVAL: INVERSÃO DO COTIDIANO OU REPRODUÇÃO DE ESTRUTURAS SOCIAIS?

Do entrudo ao frevo, Rita de Cássia comenta as origens do carnaval em Máscaras do Tempo (Foto: Lara Ximenes)Do entrudo ao frevo, Rita de Cássia comenta as origens do carnaval em Máscaras do Tempo (Foto: Lara Ximenes)

Por Lara Ximenes

Em 1992, a pesquisadora Rita de Cássia Araújo defendia a tese Festas: Máscaras do tempo (Entrudo, Mascarada e Frevo no Carnaval do Recife) na Universidade Federal de Pernambuco, no Departamento de Antropologia. No mesmo ano, o trabalho conquistou o prêmio Jordão Emerenciano no concurso literário promovido pelo Conselho Municipal de Cultura da Prefeitura do Recife.

Rita de Cássia é Coordenadora Geral de Estudos da História Brasileira na Coordenação-Geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Melo Franco de Andrade (Cehibra) da Fundação Joaquim Nabuco e, no período carnavalesco, organizadora das troças Pisando na Jaca e Urso Boa Pinta, além do clube carnavalesco Cinza das Horas.

A tese virou um livro, publicado pela Fundação de Cultura Cidade do Recife, onde Rita destrincha as fases do Carnaval em Pernambuco, desde o período colonial, com suas festas públicas e o início do Entrudo, passando pelo Império e a mascarada, até a República, que buscava uma identidade nacional própria. Sobre isso e muito mais ela conta nesta entrevista para o Blog da Fundação.

SATÉLITE FUNDAJ! RECEBE DJS E DIÁLOGOS SOBRE EXPOSIÇÕES

Para celebrar os últimos dias das exposições Embondo, de Paulo Nazareth, e Brasília Teimosa, de Clarissa Tossin, em cartaz no Campus de Casa Forte da Fundação Joaquim Nabuco, a Coordenação de Artes Visuais (COART) e o Serviço Educativo do Espaço Cultural Mauro Mota (SE-ECMM) da Fundaj realizam nesta sexta-feira (22) o evento gratuito Satélite Fundaj!.

Na ocasião, haverá um diálogo com os mediadores sobre as exposições e discotecagem com os DJs convidados KSB, Dim Arc e Linda de Mourrir. O Satélite Fundaj! começa às 17h e as exposições seguem em cartaz nas galerias Baobá e Massangana até o dia 31 de janeiro.

BRASÍLIA TEIMOSA E EMBONDO

Em sua residência artística, Clarissa Tossin apresenta o vídeo Brasília Teimosa, resultado da investigação com os membros da comunidade local, onde estes lêem trechos do discurso proferido por Juscelino Kubitschek na inauguração de Brasília, a capital. A artista também explora a visualidade do espaço urbano não planejado, com sua arquitetura própria e ritmo equivalente à sua densidade populacional.

Já Embondo, de Paulo Nazareth, artista visual de Belo Horizonte, apresenta vídeos que articulam as histórias resultantes de seus encontros com situações, imagens e gestos que o afetam. No Recife ele fala sobre sua relação com os baobás, importante símbolo de resistência africana.

SERVIÇO

Satélite Fundaj! com DJs KSB, Dim Arc e Linda de Mourrir + Exposições Embondo e Brasília Teimosa

Data: 22 de janeiro (sexta-feira)

Horário: a partir das 17h

Endereço: Av. Dezessete de Agosto, 2187 - Casa Forte, Recife - PE

Entrada: Gratuita

CINEMAS DA FUNDAÇÃO: UM BALANÇO DE 2015

A inauguração do Cinema do Museu foi um dos principais destaques de 2015 (Foto: Gil Vicente/Fundaj)A inauguração do Cinema do Museu foi um dos principais destaques de 2015 (Foto: Gil Vicente/Fundaj)

Por Lara Ximenes

O ano de 2015 teve boas conquistas para o Cinema da Fundação. Parcerias com festivais como o Varillux, o Janela Internacional de Cinema e o Animage foram alguns dos destaques, mas para o curador Luiz Joaquim, sem dúvidas o melhor deles foi a inauguração do Cinema do Museu, segunda sala de cinema da Fundaj, aberta no campus de Casa Forte no mês de agosto. 

“O Cinema do Museu recebeu 12 mil expectadores desde que inaugurou. É um número bom para um cinema que abriu em agosto”, comenta Luiz. “A cidade agradece quando um novo espaço oferece uma progamação de qualidade”, completou.

Durante a primeira semana de inauguração, o Cinema recebeu uma programação diversificada, com clássicos como O desprezo (Jean Luc Godard, 1963) e Blade Runner: O caçador de androides (Ridley Scott, 1982) e novos filmes como Mad Max: A estrada da fúria (George Miller, 2015) e A história da eternidade (Camilo Cavalcante, 2014)Outro momento marcante na sala do Cinema do Museu foi receber, pela primeira vez, a tradicional retrospectiva/expectativa cinematográfica que desde 1997 é realizada no Cinema da Fundação em dezembro.

Na retrospectiva, os cinemas receberam debates com Pedro Severien e Guilherme Fontes, diretores dos longas Todas As Cores da Noite (2015), e Chatô – O Rei do Brasil (2015)Além disso, outras sessões especiais com debate foram realizadas nos cinemas, com destaque para a exibição dos documentários Morte e Vida Severina - 60 anos depois, de Gerson Camarotti e Cristina Aragão em parceria com a Globo News, Cordilheiras do Mar, de Geneton Moraes Neto, e Vulneráveis, idealizado por César Rocha e Laércio Portela e dirigido por um amplo grupo de profissionais, em quatro episódios.

O ano foi finalizado também com a reforma do prédio Ulisses Pernambucano, onde fica o cinema da Fundação e o Café Castigliani. O café teve uma despedida com direito a sorteio de quadros e 300 pessoas marcando presença. "Em 2016, seguimos normalmente no Cinema do Museu”, lembra Luiz. Para ele, "2015 foi um ano feliz para o cinema e a Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (MECA), da Fundaj".

CINEMA DO MUSEU RECEBE LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO DA REVISTA OUTROS CRÍTICOS

Breve em Nenhum Cinema será exibido na ocasião (Foto: Youtube/Divulgação)Breve em Nenhum Cinema será exibido na ocasião (Foto: Youtube/Divulgação)Com o tema "História, memória e esquecimento", a 10ª edição da revista Outros Críticos é lançada hoje (17) no Cinema do Museu, às 19h30.

Na ocasião, ela será vendida por R$ 10,00 e haverá a exibição gratuita do filme Breve Em Nenhum Cinema (2015, de Kiko Dinucci), seguido de debate com o professor da UFPE Paulo Cunha, o jornalista e cineasta Júlio Cavani e a jornalista da revista Outros Críticos Marina Suassuna, que mediará a conversa.

O debate, após a sessão, abordará temas que circundam o filme e os textos produzidos na revista. Breve Em Nenhum Cinema é o segundo filme de Kiko Dinucci, que narra a história de dois personagens perdidos no tempo, que procuram por salas de cinema em pleno centro de São Paulo. 

A REVISTA

Impressa com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (CEPE), essa edição da Outros Críticos dedica oito páginas de entrevista principal ao músico Siba e seu mais recente disco, De Baile Solto (2015). O fotógrafo Gilvan Barreto é o artista convidado da publicação. Há também obras da exposição Suturas, apresentada neste ano em Pernambuco e Rio de Janeiro, que contou com fotografias, fotocolagens e desenhos que sugerem rupturas e tentativas de reconstrução.

II MOV FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO COMEÇA AMANHÃ

Cinema São Luiz recebe o II MOV (Foto: Divulgação/Analu)Cinema São Luiz recebe o II MOV (Foto: Divulgação/Analu)Com o objetivo de aproximar o público do cinema produzido por universitários, o MOV Festival Internacional de Cinema chega à sua segunda edição este ano, no Cinema São Luiz.

Totalmente gratuito, o festival exibe 38 filmes de 17 países a partir desta quarta-feira (16), seguindo com a programação até sábado (19). O II MOV conta com o incentivo do Funcultura e realização da Ponte Produções e da Vini-V. 

 A mostra do II MOV é dividida em blocos temáticos: três competitivas internacionais (Maquinária, Mundo Afora e Sexo Ágil) e outras três competitivas nacionais (Minha Vez de Falar, Das Profundezas e Mal-me-quer). A programação completa pode ser conferida no site do festival.

FILMES INÉDITOS 

No bloco temático Minha Vez de Falar, o curta Kbela (Yasmin Thayná, 2015) e o documentário Dindas (Lara Buitro e Vitor Lima, 2014) são destaques do MOV nesse ano por abordarem importantes questões sociais. Dirigido por uma mulher negra, Kbela foi adaptado de um contro autobiográfico da própria diretora e foi fortemente apoiado pelo movimento negro feminista, por tratar justamente da relação da mulher negra com seu cabelo. Já Dindas discute gênero pela ótica das mulheres trans dentro do sistema carcerário feminino em Pernambuco. Ambos filmes serão exibidos na quarta-feira (16) às 19h.

COM DEBATES E 40 FILMES, RETROSPECTIVA DE 2015/EXPECTATIVA DE 2016 FECHA O ANO NOS CINEMAS DA FUNDAÇÃO

O longa Chatô - O rei do Brasil (2015), lançado no mês passado, é um dos filmes que conta com debate após a sessão (Foto: Divulgação)O longa Chatô - O rei do Brasil (2015), lançado no mês passado, é um dos filmes que conta com debate após a sessão (Foto: Divulgação)Por Lara Ximenes

Desde 1997, no mês de dezembro, a Retrospectiva/Expectativa do Cinema da Fundação realiza uma pequena festa de cinema, onde avalia o ano que termina e exibe em duas semanas os filmes mais marcantes dos últimos 12 meses. O evento ainda conta com sessões de títulos que não tiveram espaço na programação durante o ano, inclusive os do círculo comercial, dando ao público a oportunidade de conferir novos filmes, além de algumas pré-estreias de títulos inéditos. 

Este ano, a Retrospectiva/Expectativa acontece pela primeira vez nos dois cinemas da instituição, o do Museu e o da Fundação, de 10 a 20 de dezembro. Na seleção das películas, a Fundaj encerra mais um ano com cerca de 40 filmes em 11 dias. Entre eles, estão alguns títulos que lotaram as sessões do VIII Janela Internacional de Cinema, como os pernambucanos A Seita (André Antônio, 2015) e Todas as Cores da Noite (Pedro Severien, 2015).

O evento também é uma boa oportunidade para quem ainda não assistiu o intrigante O Clube (Pablo Larraín, 2015), longa chileno que conta a trajetória de cinco padres reunidos em uma casa, com enfáticas críticas à moral da Igreja Católica.

FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO EM DESTAQUE NA REVISTA TAM NAS NUVENS

Museu do Homem do Nordeste em foco no vídeo produzido pelo canal Tam nas Nuvens (Foto: Reprodução/Youtube)Museu do Homem do Nordeste em foco no vídeo produzido pelo canal Tam nas Nuvens (Foto: Reprodução/Youtube)Em novembro deste ano, a revista TAM nas Nuvens produziu a matéria Recife de Cinema, onde Janaina Fidalgo apresenta pontos turísticos e afetivos da cidade através do olhar de três cineastas pernambucanos: Marcelo Gomes, diretor de filmes como O Homem das Multidões e Cinema, Aspirinas e Urubus, Heitor Dhalla, que dirigiu O Cheiro do Ralo e Serra Pelada, e Kleber Mendonça Filho, conhecido por dirigir O Som ao Redor e também responsável pelos cinemas da Fundação e do Museu, da Fundaj.

Entre os lugares explorados pela matéria, Heitor pontuou o Museu do Homem do Nordeste, em Casa Forte, e o Cinema da Fundação, no Derby, como dois dos “melhores lugares que a capital pernambucana tem a oferecer culturalmente”. Além da reportagem, a TAM publicou, em seu canal do YouTube, um vídeo onde Janaina conhece os equipamentos culturais de Pernambuco e seus encantos. Entre eles, está o Cinema São Luiz, o Mercado de São José e a Fundação Gilberto Freyre, que fica no Campus Apipucos da Fundação Joaquim Nabuco. Você pode ver o vídeo AQUI.

Leia, abaixo, a matéria na íntegra.

ZECA VIANA LANÇA VIDEOCLIPE EM SHOW

Assim como a música, o videoclipe de Olhar de Neon também foi produzido de forma independente (Foto: Divulgação)Assim como a música, o videoclipe de Olhar de Neon também foi produzido de forma independente (Foto: Divulgação)

Por Lara Ximenes

Desde o início de sua carreira solo, em 2007, o cantor, compositor e multi-instrumentalista da cena independente Zeca Viana produz uma música que dialoga com o cinema e as artes visuais, incorporando referências da cultura pop ao seu trabalho lo-fi – ou low-fidelity, estilo de produção musical que usa técnicas de gravação de baixa fidelidade.

Não foi diferente com a música Olhar de Neon, cujo videoclipe que será lançado nesta quinta-feira (03) na Galeria Café Castro Alves. A faixa faz parte do seu disco mais recente, Estância, lançado em julho deste ano, cujas músicas abordam, predominantemente, a noite e o bairro homônimo da Zona Oeste do Recife.

“A ideia do meu disco Estância envolve muito a paisagem sonora. Minha intenção era você fechar os olhos e ao escutar a música, imaginar”, revelou Viana, cujas referências para Olhar de Neon estão ligadas ao visual. “Ritchie, o cantor do sucesso ‘Menina Veneno’ é uma das minhas inspirações justamente por ter uma música descritiva, que você imagina como se fosse uma história”, complementou o ex-integrante das bandas Asteroide B-612, Rádio de Outono e Volver, contando também ter buscado inspiração na banda The Stone Rose para a quinta faixa de Estância.

Para dirigir o videoclipe de Olhar de Neon, Zeca contou com o apoio do diretor Thiago Merces, cuja experiência com o audiovisual já se faz presente desde sua direção no curtametragem Tu (2014), destaque do II Recifest ano passado, e no seu trabalho como diretor de arte no curta Remanso (2015), da diretora Aline de França, destaque na mostra Viva Sapata do 23º Festival MixBrasil de Cultura e Diversidade, em São Paulo.

FOTÓGRAFO FRANCÊS PIERRE DEVIN REALIZA PALESTRA NA FUNDAJ

De volta ao Brasil, Pierre comenta o que mudou no nordeste de 15 anos atrás (Foto: Pierre Devin)De volta ao Brasil, Pierre comenta o que mudou no nordeste de 15 anos atrás (Foto: Pierre Devin)

Quinze anos depois de finalizar a série fotográfica Nordeste, o fotógrafo francês Pierre Devin volta ao Brasil para dar continuidade à pesquisa iniciada entre 1998 e 2000, onde produziu imagens que retratavam o sertão de Pernambuco, Alagoas e Paraíba. Além de retomar a pesquisa, Devin realiza palestra na Fundação Joaquim Nabuco (Campus Gilberto Freyre/Casa Forte) nesta sexta-feira (4), às 14h30, quando apresentará a nova pesquisa, onde registra os mesmos locais de outrora e suas transformações em confronto.


Na ocasião, Devin apresenta o resultado da pesquisa visual realizada no Nordeste de quinze anos atrás, questionando as mudanças ocorridas na região nesse espaço de tempo, e atualizando as representações sociais sobre o nordeste brasileiro.

SOBRE PIERRE DEVIN

O fotógrafo Pierre Devin nasceu em 1946, na França, onde foi fundador do Centre Regional de la Photographie-Nord Pas de Calais (CRP), onde fez a direção artística por mais de 25 anos. Foi responsável pela criação da missão fotográfica mais longa da História da Fotografia, a Mission Photographique Transmanche, que completou 27 edições. 

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