Fundação Joaquim Nabuco

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Arte circense é tema de oficina no Museu do Homem do Nordeste

A arte circense é praticada no Brasil desde o século XIX. No Nordeste, juntou-se os movimentos clássicos do circo com uma pegada típica da região para dialogar com a comunidade. O Museu do Homem do Nordeste fez essa junção para ministrar a Oficina de Circo nesta terça-feira (04). Malabarismo, piruetas, equilíbrio de pratos, entre outras atividades foram a diversão da tarde dos pequenos que participaram da atividade.

“É muito bom fazer isso. São coisas que eu vejo nos filmes na televisão, sempre quis aprender. Quando trabalhar com alguma coisa assim já vou saber fazer.” Declara Gustavo Ramalho de 9 anos. O objetivo da a atividade se aproxima do que Gustavo assimilou. Os monitores do MUHNE, após um estudo coletivo durante o ano, resolveram estabelecer atividades de circo na grade de programações da instituição. Recebendo professores da Escola Pernambucana de Circo, o Museu encontrou nessa nova forma de educação e diversão uma forma de aproximar o público da instituição.

 

A prática não envolve apenas a questão motora. A monitora do MUHNE Olga Dos Santos, defende que o circo é interessante por que tem uma grande bagagem cultural. “Essas atividades resgatam muito da criatividade da criança e da questão do social. Muitas companhias associam essa questão para o trabalho em comunidade.” Além da parte divertida, é trabalhada a cognição dos participantes através do desenvolvimento da escrita e leitura, é além da arte e organização de espetáculos.


A oficina continua no jardim do Museu do Homem do Nordeste até amanhã (05/12). Essa semana acontece também no Engenho Massangana, no Cabo de Santo Agostinho, a partir de 06/12.

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