Fundação Joaquim Nabuco

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Entidades Públicas e da Sociedade Civil se reúnem no lançamento do Fórum Ronidalva Melo

Concretizando o objetivo de ampliar sua área de atuação e servir de plataforma para a discussão e o planejamento de ações de segurança pública, a Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj/MEC) lançou na última terça-feira (05) o Fórum Ronidalva Melo de Justiça, Segurança e Garantia de Direitos. O evento reuniu atores estratégicos do setor, como a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), e possibilitou o diálogo com entidades da sociedade civil, a exemplo do  Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP).

A presidente da Fundaj, Ivete Lacerda, compôs a mesa de abertura ao lado do diretor em exercício da EIPP, Vinicius Werneck, do secretário-chefe do Gabinete de Assuntos Estratégicos do Governo de Goiás, Ricardo Brisolla Balestreri, do gerente geral de Articulação e Integração Institucional e Comunitária da SDS, Cláudio Borba, além da coordenadora executiva do GAJOP, Edna Jatobá, e da secretária executiva de Articulação Social do Governo de Pernambuco, Mileane Aguiar.

Dando as boas-vindas ao público presente, o diretor da EIPP explicou a perspectiva de atuação do Fórum. “Esse é um projeto que nasceu na escola, mas ele nasceu alimentado por um histórico muito extenso da Fundaj. Ao longo do dia e da tarde a gente vai construir coletivamente o que o Fórum vai ser, construir coletivamente essas soluções e sentar para dialogar nesse ambiente que é a Fundação. Um ambiente neutro o bastante para que todo mundo possa a ter um lugar à mesa, conversar e dialogar e tentar buscar uma solução dentro que a gente sabe fazer, que é criar política pública, e ajudar a pensar o Nordeste”, destacou Werneck.

Pela manhã, foi realizada uma palestra com  o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública e atual secretário-chefe do Gabinete de Assuntos Estratégicos do Governo de Goiás, Ricardo Brisolla Balestreri. Ele destacou o papel da educação e da formação nas ações de segurança. “Nós tivemos funcionando por três anos, 77 cursos de pós-graduação para polícias e guardas municipais. No campo da segurança pública, 3 milhões e meio  de matrículas em três anos de ensino a distância. O que comprova que quando a gente sabe onde quer chegar, e a gente tem um mínimo de recurso e tem uma equipe técnica, a gente consegue produzir maravilhas em pouco tempo”.

Um dos pontos centrais do Fórum foi a interlocução entre agentes públicos de segurança e entidades de defesa de Direitos Humanos, como destacou a cientista social e consultora da EIPP, Flávia Defacio. “A gente tem três propósitos na área de segurança. O primeiro deles é fomentar soluções criativas e inovadoras e adaptadas a realidades locais, e também compilar o pacto de iniciativas que já existem e articular atores estratégicos em torno de temas importantes que a gente tem no cenário nacional. A proposta do fórum não só com quem formula e executa as políticas, mas trazer soluções. Sobretudo sob a perspectiva do civil e quem sofre a violência no dia a dia”, disse.

À tarde, as entidades se reuniram em grupos de trabalho para discutir as atividades que serão desenvolvidas no decorrer do ano. A expectativa é que os os debates e soluções pensadas em conjunto sejam abordadas nas edições bimestrais do Fórum Ronidalva Melo.

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