Fundação Joaquim Nabuco

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A SALINIDADE DE ÁGUAS DO NORDESTE SEMI-ÁRIDO


João Suassuna - Pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco



Pequeno açude comunitário, importante fonte hídrica da Região Semi-árida.

Apesar de existirem vários estudos sobre solos e recursos hídricos no Nordeste, não há, todavia, uma estimativa confiável da área irrigável da região.

Segundo CARVALHO (1973), o potencial de áreas irrigáveis com recursos hídricos locais no Semi-árido nordestino, aí incluídas as terras do vale do São Francisco inseridas no Polígono das Secas, é de cerca de 15.000 km2. ALVARGONZALEZ (1984) não considera que esse potencial supere 25.000 km2.

Tomando-se por base esta última estimativa mais otimista, chega-se a conclusão de que menos de 2% da área total do Nordeste (aproximadamente 1.640.000 km2) são passíveis de irrigação.

Esses números não são difíceis de entender, porquanto 70% da superfície do Nordeste semi-árido se localizam sobre um embasamento chamado, na linguagem geológica, de escudo cristalino. Sua estrutura é caracterizada por solos na maioria das vezes rasos, pois a rocha que lhes dá origem está localizada próxima à superfície e é por isso, de difícil drenagem apresentando, entre outros aspectos, problemas de armazenamento de água.

Segundo SUASSUNA (1994), não existem, nessas áreas, depósitos naturais de água generalizados e de grandes extensões. As águas subterrâneas apresentam-se armazenadas de duas formas: 1) de modo limitado, em fendas ou fraturas do substrato rochoso (escudo cristalino), e 2) em depósitos mais extensos, localizados em aluviões do sistema hidrográfico. No primeiro caso, segundo DEMETRIO (1993), as águas exploradas são, na maioria das vezes, de qualidade inferior, normalmente servindo apenas ao consumo animal, às vezes ao consumo humano e raramente à irrigação. No segundo caso, apesar das enormes limitações existentes em termos de qualidade e quantidade, são muito usadas para irrigação.

MOLINIER et al. (1989), trabalhando em parcelas de solo Bruno não Cálcico na região de Sumé, nos Carirís Velhos da Paraíba, observaram que a água da chuva, após escorrimento superficial, tem sua concentração salina aumentada em até quatro vezes. No mesmo solo, após infiltração e coleta a nível dos drenos, essa concentração pode aumentar mais de cinqüenta vezes.

LEPRUN (1983), trabalhando com águas superficiais e subsuperficiais da região semi-árida cristalina, afirma que a sua qualidade (composição química e nível de concentração dos sais) se relaciona especificamente com o tipo de rocha e de solo com os quais elas têm contato. As águas dos lençóis são mais concentradas em sais que as de superfície e essas concentrações variam de acordo com as características dos principais tipos de solos.

O grande desafio a técnicos e pesquisadores na atualidade é encontrar alternativas tecnológicas viáveis para os 98% restantes da área. Será possível irrigar essa região, dadas as características apresentadas pelas fontes hídricas, aliadas à qualidade dos solos ? Se é possível, qual a estratégia a ser adotada ?

Foi neste sentido que, no início dos anos 80, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq firmou convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, com vistas à implementação do Programa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para o Nordeste Semi-árido, o PDCT-NE.

Dentre as ações inerentes a esse Programa, foram adaptadas, a nível de campo, tecnologias testadas experimentalmente e aptas à difusão, com o propósito de adequá-las ao dia-a-dia dos pequenos produtores rurais do Semi-árido nordestino, numa tentativa de elevar os seus níveis de renda e dar-lhes a possibilidade de conviver com as adversidades climáticas muito comuns na região.

No rol das tecnologias trabalhadas, a pequena irrigação foi tida como uma das mais importantes, em face das dificuldades para a produção de alimentos na região com culturas de sequeiro, através do regime natural das chuvas.

Com relação aos sistemas de irrigação instalados nas propriedades do PDCT, problemas com qualidade de água começaram a ser evidenciados em determinadas épocas do ano, notadamente naqueles meses de maior insolação, quando as folhas das culturas irrigadas, principalmente as das bananeiras, apresentavam-se com as margens do limbo necrosadas. Essa situação perdurava por todo o período seco, só ocorrendo a recomposição completa da folhagem do vegetal na chegada das chuvas.

Esse fato observado exigia melhor investigação, pois denotava que o vegetal estava com estresse hídrico, ou seja, com sede, mesmo quando irrigado dentro de parâmetros supostamente corretos.

A idéia básica era partir para a análise das águas dessas diversas fontes, através de metodologia a mais segura e homogênea possível e traçar um diagnóstico da situação para entender o porquê daquele fenômeno.

A tentativa de solucionar o problema foi posta em prática por intermédio de um projeto de cooperação técnica bilateral entre o Brasil e a França, tendo como participantes o CNPq e o Institut Français de Recherche pour le Développement en Coopération-ORSTOM, com o apoio da Fundação Joaquim Nabuco-FUNDAJ, objetivando estudar melhor o problema da qualidade dessas águas na região e propor medidas práticas que possibilitassem seu uso com o mínimo de agressão possível ao meio ambiente.

Para tanto, durante dois anos consecutivos, foram efetuadas no campo, por intermédio de técnicos de quatro Universidades da região (as Universidades Federais do Ceará, da Paraíba, Rural de Pernambuco e a Escola Superior de Agricultura de Mossoró), a coleta das amostras de água e as determinações de pluviosidade com leituras da variação do nível das diversas fontes utilizadas pelo Programa em mais de 70 propriedades rurais localizadas nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, realizando-se mensalmente análises químicas e de condutividade elétrica das águas.

No projeto trabalhou-se com poços amazonas (fonte existente na maioria das propriedades), poços tubulares, rios perenes, rios perenizados, rios temporários, poços naturais existentes nos rios e riachos, e açudes de pequena, média e grande capacidades.

Através de metodologia própria, desenvolvida pelo representante da ORSTOM, chegou-se a um primeiro inventário de qualidade de águas (SUASSUNA & AUDRY, 1992) extremamente significativo e até preocupante, principalmente no tocante aos níveis de condutividade elétrica encontrados em 77% das propriedades, aliados a uma variação sazonal de grande amplitude. Esses níveis expressam a salinidade das águas que, aliada às características da maioria dos solos do Semi-árido, pode trazer conseqüências desastrosas na condução da maioria das culturas sob o regime de irrigação, notadamente a bananeira, a qual foi plantada em praticamente 90% das propriedades do PDCT. Os sais adicionados e acumulados com a irrigação na zona radicular aumentam de concentração à medida que as culturas consomem, por evapotranspiração, grande parte da água armazenada no solo. AYERS e WESTCOT (1991) recomendam que estes sais sejam lixiviados dessa região quando alcançam concentrações prejudiciais, pois começam a reduzir os rendimentos do vegetal, mas tal procedimento é de difícil aplicação no cristalino do Nordeste onde os solos, na maioria das vezes são rasos, aí residindo, de certo modo, todo o problema da salinização nesse tipo de região do Nordeste..

Normalmente, em solos rasos, quando se aplica uma quantidade maior de água no sistema de irrigação, há uma tendência de elevação gradativa do lençol freático ao nível das raízes das plantas, com um conseqüente incremento das concentrações salinas naquela região, uma vez que este lençol carreia, por capilaridade, os sais oriundos de níveis mais profundos do solo. Uma alternativa para a solução desse problema seria proceder a uma lavagem abundante do solo com a própria água de irrigação, que ultrapassasse a zona radicular e mantivesse os sais a níveis adequados ao desenvolvimento da planta. Paralelamente a esta prática, proceder-se-ia a uma drenagem eficiente para evitar a ascensão do nível freático e dos sais. Mas sabemos que drenar solos no embasamento cristalino é uma prática extremamente complexa, sendo esta a razão principal pela qual ela não é realizada na região.

A pequena irrigação no Nordeste reduz-se, praticamente, ao ligar e desligar de uma moto-bomba que leva a água às culturas, não havendo a preocupação de se determinarem os turnos de rega, a escolha ideal do sistema de irrigação a ser utilizado, o cálculo de vazão da fonte supridora de água, a qualidade da água e do solo, a tolerância das culturas à ação dos sais e a drenagem da área a ser irrigada, parâmetros estes ditos fundamentais à uma boa prática irrigacionista. Dessa forma, é difícil conceber que esteja exclusivamente na irrigação a salvação do Nordeste semi-árido brasileiro. Não há dúvida de que essa é uma prática importante. Mas tem-se que encontrar a forma mais correta e eficiente de utilizá-la nas diversas situações que se apresentam para o bem-estar do homem e equilíbrio do meio-ambiente. Os prejuízos causados aos solos por uma prática irrigacionista mal conduzida podem ser enormes e de caráter irreversível, não sendo viável, em muitos casos, a sua recuperação, por tratar-se de uma prática demasiadamente cara.

Visando a uma abordagem racional do problema, a FUNDAJ, juntamente com a ORSTOM e o CNPq, deram continuidade à pesquisa de qualidade de águas de irrigação, com as seguintes finalidades: 1) apresentar reflexões sobre os processos naturais que determinam a diversidade observada, e daí propor orientações para a extrapolação desses resultados a nível regional, 2) relacionar opções para a escolha das fontes de água para a pequena irrigação e suas condições de aproveitamento e 3) avaliar as conseqüências do uso dessas águas no tocante à produção das culturas irrigadas e ao risco de degradação dos solos por salinização e/ou sodificação, no sentido de precisar regras de uso e manejo.

Essa pesquisa resultou na elaboração de um livro (SUASSUNA & AUDRY, 1995) contendo os resultados mais importantes no que diz respeito aos elevados índices de salinidade encontrados nas águas de fontes aluviais, notadamente aquelas oriundas de poços amazonas, as quais apresentaram, também, riscos significativos de sodificação dos solos; à existência de uma variação sazonal de grande amplitude nos índices de salinidade, principalmente nas fontes consideradas de menor inércia aos efeitos da precipitação e evaporação locais (a exemplo dos pequenos e médios açudes, poços naturais e os escavados nos rios) e à proposição de alternativas viáveis para o uso de águas com tais características na prática da irrigação. Com relação a este último aspecto, sem abrir mão da drenagem, ressaltou-se a necessidade de: a) conservar a irrigação contínua com a escolha de culturas resistentes aos sais, para aquelas águas que apresentam variação sazonal de grande amplitude e uma salinidade que não impede o seu uso; b) usar culturas anuais e utilizar um calendário de rega, para aproveitamento, na época em que sua qualidade apresentar-se aceitável, daquelas águas cujo uso é contra-indicado em determinado período, por apresentarem variação sazonal e salinidade elevadas e c) realizar uma irrigação de complementação, também chamada de irrigação de salvação, com as águas que apresentam má qualidade e vazão da fonte insuficiente, na qual os sais serão lavados pelas precipitações.

As informações contidas nesse documento trazem subsídios para projetistas, extensionistas e planejadores, auxiliando-os na implantação de futuros Programas de Desenvolvimento, onde a componente Irrigação se faça presente. Não se tem a pretensão de resolver os problemas da pequena irrigação no Nordeste semi-árido. Pretende-se, sim, alertar os pequenos e médios irrigantes para os problemas advindos da prática indiscriminada da irrigação com águas das mais variadas fontes, sem haver a preocupação com os riscos que elas poderão causar aos diversos ecossistemas da região pois, se por um lado ela é Semi-árida por questões climáticas, por outro lado é Semi-salobra por questões de qualidade de água.

Cabe também, no momento, alertar os nossos políticos para que, antes mesmo de propor a irrigação de quatrocentos mil hectares no Nordeste (proposta divulgada recentemente pelo Governo Federal), procurem enfatizar a utilização de técnicas adequadas pelos produtores rurais, levando-se em conta, principalmente, o uso de uma água de boa qualidade, o que só poderá ser possível através da participação efetiva de todos os segmentos da sociedade na busca de soluções.

CONCLUSÕES

O Nordeste brasileiro tem limitações significativas em termos de área com potencial para irrigação, em face das peculiaridades geológicas e climáticas da região. Na literatura atual, fala-se algo em torno de 2% de sua superfície com aptidão para irrigação, o que corresponde a uma área um pouco maior do que o Estado de Sergipe. Esse percentual é muito restrito se considerarmos que o Nordeste, como um todo, tem aproximadamente 1.640.000 km2.

Mapeamentos das áreas irrigáveis foram efetuados por diversos órgãos governamentais, estando em curso, atualmente, grandes projetos de irrigação, pública e privada, a exemplo do que vem ocorrendo no Vale de São Francisco e nos Perímetros Irrigados do DNOCS.

Esforços têm sido dispendidos por governantes no sentido de ampliar a fronteira agrícola da Região nordestina, com aproveitamento dos escassos recursos hídricos e edáficos existentes nos 98% restantes da região, utilizando-se, para tanto, os poços amazonas em áreas de aluvião, os escavados nos rios, e a pequena e média açudagem.

A prática indiscriminada desse tipo de irrigação, em tais regiões, tem trazido problemas ao meio ambiente, de soluções por vezes complexas, dentre os quais se ressalta, como o de maior importância, a salinização, aliada a uma expressiva variação sazonal de seus índices.

Esse problema é, sem sombra de dúvida, muito preocupante pois traz conseqüências desastrosas, tanto ao solo e, portanto, à produção das culturas, quanto à saúde pública de um modo geral.

Tentativas de irrigar, com águas de má qualidade, foram postas em prática por governantes nordestinos, através de Programas de Desenvolvimento Regionais, a exemplo do Chapéu de Couro, Canaã, Irriga Pernambuco e Água na Roça, entre outros, nos quais os resultados foram por vezes decepcionantes, em termos de produtividade das culturas irrigadas.

Grupos de pesquisadores têm sido formados em diversas instituições nordestinas, com o objetivo de analisar melhor a origem dos sais nas águas e no solo, bem como as conseqüências de seu uso nas principais culturas, em prática irrigacionista sem critérios. Nesse particular, águas de açudes públicos têm sido investigadas pelo Laboratório de Meteorologia e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco-LAMEPE, no sentido de precisar os teores de sais nelas existentes para, com isso, subsidiar seu uso tanto para irrigação quanto para abastecimento das populações. O Laboratório de Irrigação e Salinidade da Universidade Federal da Paraíba-LIS desenvolve suas pesquisas na área de química de água, com o propósito de ampliar o nível de conhecimentos na esfera das causas da salinidade e de seus efeitos nas culturas, estando nessa mesma linha de atuação, o Departamento de Física da Universidade Federal do Ceará, a Fundação Joaquim Nabuco e o Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-árido-CPATSA/EMBRAPA. Já o grupo do Departamento de Energia Nuclear da UFPE desenvolve suas pesquisas visando entender melhor a dinâmica da água e dos solutos nos principais tipos de solos da região.

Fazendo-se uma avaliação dos trabalhos já realizados e as principais linhas de pesquisas sobre salinidade ora em desenvolvimento nas instituições acima referidas, chega-se a conclusão de que são necessários desenvolver esforços no sentido de:

- Incentivar todas as formas de pesquisas que visem a melhor entender a resistência das culturas quando submetidas a irrigação com águas salinas;

- Incentivar pesquisas sobre o papel do solo na aquisição dos caracteres químicos iniciais das águas de escoamento;

- Considerar o monitoramento periódico dos índices de salinidade como parâmetro obrigatório para projetos de irrigação;

- Não tomar nenhum tipo de decisão antes de se ter uma boa estimativa não apenas de quantidade, mas também de qualidade da água, incluindo a variação sazonal e a drenagem dos solos;

- Incentivar políticas alternativas de irrigação, para aproveitar as águas de má qualidade da região;

- Incentivar todas as formas de levantamento de informações disponíveis sobre as águas na Região Semi-árida do Nordeste, principalmente no Cristalino, de maneira a se chegar, a curto ou médio prazo, a um zoneamento quantitativo e qualitativo dos recursos de água realmente disponíveis na Região para a pequena irrigação;

- Criar um banco de dados sobre salinidade das águas dos vários tipos de fontes da região, tendo em vista as dificuldades de acesso às informações hoje disponíveis.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVARGONZALEZ, R. - O Desenvolvimento do Nordeste Árido, Vol 1 e 2, Ministério do Interior, DNOCS, Fortaleza-CE, 1984.

AYRES. R.S. & WESTCOT, D.W. - A Qualidade da Água na Agricultura. Tradução de H.R. Gheyi, J.F. de Medeiros, F.A.V. Damasceno. Campina Grande, UFPB, 1991. xxviii, 218p.: il, 22cm (Estudos FAO: Irrigação e Drenagem, 29 Revisado 1)

CARVALHO, O. de - Plano Integrado para o Combate Preventivo aos Efeitos das Secas no Nordeste, MINTER, Série Desenvolvimento Regional, ndeg. 1, Brasília-DF, abril/ 1973.

DEMÉTRIO, J.G.A.; DOHERTY, F.R.; ARAUJO FILHO, P.F. de; SCHEFFER, S. - Qualidade de Água Subterrânea no Nordeste Brasileiro, UFPE/IPA/LAMEPE, Comunicação Oral, In: 45ª Reunião Anual da SBPC, Anais da Reunião, Recife-PE, 11 a 16 de julho de 1993, pg. 79.

LEPRUN, J.C. - Primeira Avaliação das Águas Superficiais do Nordeste: Relatório de fim de convênio de manejo e conservação do solo do Nordeste brasileiro, Recife, SUDENE-DRN, 1983, Pg. 91-141, Convênio SUDENE/ORSTOM.

MOLINIER, M; AUDRY, P; DESCONNETS, J.C.; LEPRUN, J.C. - Dinâmica da Água e das Matérias num Ecossistema Representativo do Nordeste Brasileiro: Condições de Extrapolação Espacial à Escala Regional, ORSTOM, Recife, 1989.

SUASSUNA, J.; AUDRY, P. - Estudo da Salinidade das Águas de Irrigação das Propriedades do GAT e da sua Evolução Sazonal, Durante os anos de 1988 e 1989: catálogo das observações de campo e dos resultados das análises, CNPq/BID/PDCT-NE/FUNDAJ, Recife, setembro de 1992 a, Pg. 318.

SUASSUNA, J. - A Pequena Irrigação no Nordeste: Algumas Preocupações, Revista Ciência Hoje, Vol. 18, ndeg. 104 , Outubro de 1994.

SUASSUNA, J; AUDRY, P. - A Salinidade das Águas Disponíveis para a Pequena Irrigação no Sertão Nordestino: caracterização, variação sazonal e limitações de uso, CNPq, Recife, junho de 1995, 128 p.

OBS- Tema apresentado em Mesa Redonda na 4ª Reunião Especial da SBPC em Feira de Santana (BA), ocorrida no período de 24 a 28 de novembro de 1996, a qual teve como tema principal: "Semi-árido no Terceiro Milênio, Ainda um Desafio".

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