Fundação Joaquim Nabuco

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Em balanço de 2017, presidente destaca sucesso da Fundaj

Ao final de 2017, presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Luiz Otavio Cavalcanti, realizou um balanço com os pontos de destaque para a Fundaj ao longo do ano.  Ele selecionou catorze acontecimentos que marcaram o ano vigente da instituição. Os destaques começam pelo Seminário de Tropicologia, evento mensal da Fundaj, que realizou oito reuniões, discutindo com especialistas, temas relacionados a educação, inovação, cultura, tecnologia e psicossociologia da sociedade. Também foi destacada a criação e instalação, por parte do ministro da Educação, Mendonça Filho, da Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP), no âmbito da Diretoria de Formação, com a oferta de cursos de especialização e de férias.

No que se refere ao Museu do Homem do Nordeste, Luiz Otavio frisou a recuperação completa da área de exposição permanente do Muhne. "Os recursos museológicos foram renovados e novos elementos do seu acervo apresentados ao público", destacou. Outro ponto de destaque de 2017 foi o pedido para o tombamento dos imóveis que compõem os campi Gilberto Freyre e Anísio Teixeira, protocolados na FUNDARPE. "Dessa forma, todo o conjunto do patrimonial da instituição, agora, está sob proteção do Estado", aponta o presidente da Fundação. 

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) foi escolhido e também mencionado por Luiz Otavio, que destacou a execução dos projetos dos cinco eixos institucionais da Fundaj. "A eles, agregou-se o planejamento operativo completando o processo em três níveis: estratégico, programático e operativo", frisou. A internacionalização da Fundação, viabilizada em 2017, foi mais um ponto destacado. A proposta apresentado à UNESCO prevê parceria entre 2018 e 2021, para execução de projetos no valor de R$ 4,5 milhões.

A criação do Alumiar, projeto de cinema acessível para os portadores de necessidades sensoriais foi lembrada pelo presidente como uma iniciativa que promove espaço de inclusão social. Em novembro de 2017, o Cinema da Fundação/Museu estreou oficialmente o projeto, onde exibe filmes em três modalidades de acessibilidade  comunicacional: audiodescrição (AD), Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). A dinamização das atividades sócio educativas no Engenho Massangana, com a retomada de práticas comunitárias e de peças teatrais, assim como o restauro do conjunto arquitetônico do engenho, também foram apontadas pelo presidente como ponto importante do ano que se encerra.

Mais um ponto que recebeu destaque de Luiz Otavio Cavalcanti foi a restauração da premiação de pesquisador emérito, decidida pelo colegiado da DIPES. Com isso, já neste ano, receberam o título: Roberto Cavalcanti de Albuquerque e Rachel Caldas Lins. A preservação da memória foi ponto também foi ponto importante no ano vigente. "A memória de Manoel Correa de Andrade foi ressaltada, por decisão do Conselho Diretor, com a atribuição de seu nome a uma das salas de exposição do prédio Ulysses Pernambucano", destaca o presidente.

A criação do Prêmio Geneton Moraes Neto de Jornalismo foi frisada pelo gestor da Fundaj, como mais uma ação que leva o nome da instituição ao âmbito nacional. A volorização da memória foi também um dos pontos altos  durante seminário que exaltou a memória de Aloísio Magalhães, no ano em que completaria 90 anos de idade. No evento, a Fundaj, por meio do CEHIBRA, destacou a importância da política de preservação do patrimônio histórico e cultural.

Outra personalidade lembrada pela Fundaj em 2017 foi Celso Furtado. A obra científica e a participação intelectual no país foram registradas em encontro que reuniu especialistas e alguns de seus ex-auxiliares. "Em consequência, a Editora Massangana produziu o livro intitulado Celso Furtado, o desvelador da realidade nordestina", afirma Luiz Otavio.

Por fim, o presidente disse vislumbrar a continuidade do sucesso deste ano para 2018, com a entrega das obras da Fundaj, no Derby. "Para atender melhor o público, as obras de restauração e modernização do prédio Ulysses Pernambucano, no Derby, estão sendo concluídas. Seus serviços, incluindo o cinema da Fundação, as salas de exposição e a Escola de Inovação, serão entregues até março de 2018". “Corpo administrativo, coordenadores e diretores. Esta admirável instituição é invenção coletiva e autógrafo de cada um”, finalizou o presidente.

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