Fundação Joaquim Nabuco

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Cultura cigana é tema de palestra no estande da Fundaj/MEC na Bienal

A luta pela liberdade da diversidade cultural dos ciganos, que não possuem políticas que garantem seus direitos como pessoa, foi tema da roda de diálogo "Universidade e Estudos dos Povos Ciganos", realizada no estande da Fundaj/MEC, durante a XI Bienal do Livro, no último domingo (8). A luta do movimento busca a garantia da educação e projetos de inclusão que sejam voltados para todos os grupos ciganos que vivem espalhados pelo país. "Estamos ganhando um pouco de voz e espaço, mas é preciso que os diversos grupos se reconheçam e se ajudem", afirmou Enildo Calombo, representante da Associação de Ciganos de Pernambuco.

Durante a conversa, algumas propostas de políticas para os ciganos foram colocadas à mesa, como o programa para comunidades tradicionais, desenvolvido pela Secretaria de Meio Ambiente do Pernambuco. "Algumas políticas estão tomando forma, principalmente para quebrar a barreira do preconceito", disse Mãe Elza, representante da secretaria e coordenadora do programa de combate ao racismo.

Após uma pausa de 15 minutos, houve a segunda parte do debate que envolveu pesquisadores, antropólogos e professores que falaram sobre a produção de estudos sobre a comunidade cigana dentro das universidades. "É preciso estudar um pouco sobre essa área. Quando não se conhece um assunto haverá preconceito. Esses estudos devem existir para disseminar a cultura cigana", afirmou Sávio Melo, antropólogo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


Momento cultural

Após a roda de debates, que ocorreu no estande da Fundaj/MEC na XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, a Companhia Ciganos da Luz apresentou o espetáculo “Passageiros”, homenageando os povos ciganos. Com o ator Adriano Cabral, o grupo exibiu uma série de danças ciganas e, ao final da apresentação, artistas e expectadores se juntaram em uma grande celebração conjunta. A Bienal segue até 15 de outubro e conta com cobertura do facebook e instagram da Fundação Joaquim Nabuco. A programação do auditório Fundaj/MEC pode ser vista aqui. A programação completa do evento pode ser conferida no site da bienal.

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