Fundação Joaquim Nabuco

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Conselho Diretor da Fundaj aprova Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Fundaj, a Prefeitura do Recife e a CEPE, para publicação do álbum "Olinda", de 1981, com 11 litogravuras do artista pernambucano Aloísio Magalhães

O Conselho Diretor (Condir) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) concedeu parecer favorável , do conselheiro relator, Felipe Oriá, e aprovou, no dia 29 de agosto de 2017, o Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Fundaj, a Prefeitura da Cidade do Recife (PCR) e a CEPE (Companhia Editora de Pernambuco), cujo objetivo consiste em rememorar a produção intelectual e a atuação profissional do artista plástico Aloísio Magalhães, por meio da publicação de obra editorial inspirada no álbum Olinda (1981), com reimpressão completa de suas 11 litogravuras. 

O processo foi encaminhado pela Coordenação Geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Melo Franco de Andrade (CEHIBRA), da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (MECA), da Fundaj, para a Diretoria de Formação Profissional e Inovação (DIFOR), da Fundaj, da qual o conselheiro, Felipe Oriá, é diretor.  

Para o conselheiro Felipe Oriá, “o primeiro ponto merecedor de consideração é a relevância artística e profissional incontestável de Aloísio Magalhães”. Felipe Oriá diz mais: “conforme versa o projeto, Aloísio exerceu um papel duplamente importante, porque, como artista, a produção da obra Olinda representa uma relevância cultural enorme, pois suas 11 litogravuras constituiriam parte importante de sua argumentação favorável à inclusão da cidade como Patrimônio Mundial da Unesco, e como profissional, deixou um legado transversal às áreas de arte plástica, gravura, design, gestão cultural e pesquisa.  

Segundo Oriá, “o caráter multidimensional de sua atuação tem um importante efeito pedagógico, pois perpassa a sua obra e influencia o conceito de cultura que influencia a produção de políticas públicas culturais até os dias atuais”.  

Para ter aprovado o seu parecer, no Conselho Diretor da Fundaj, Oriá lembrou que, “some-se ao legado artístico e profissional a consonância do referido Acordo de Cooperação Técnica, firmado entre a Fundaj, a PCR e a CEPE,com três importantes aspectos: interesse público, difusão da cultura como instrumento de política pública educacional e recíproco interesse entre as três partes nele envolvidas”. 

Por fim, no seu parecer, o conselheiro Felipe Oriá diz que, “reitera-se a importância das considerações da Procuradoria, da Fundaj, presentes neste processo, que condizem com rigorosa análise técnica dos aspectos jurídicos do Acordo e conferem parecer favorável à sua execução, e diante das considerações acima expostas, emito o seguinte parecer: 

O objeto do Acordo de Cooperação Técnica é compatível e adequado á missão institucional e aos valores da Fundaj, além de convergir com o escopo de atuação das três partes interessadas: A prefeitura, a CEPE, e a Coordenação Geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Melo Franco de Andrade (CEHIBRA), da Diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (MECA), da Fundação.”. 

- Sobre a vida e obra de Aloísio Magalhães, consulte AQUI.

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