Fundação Joaquim Nabuco

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Editora Massangana - Lançamentos

Pernambuco de Agamenon Magalhães: consolidação e crise de uma elite política - 2ª edição
Dulce Chaves Pandolfi

Este livro é concentrado na atuação e no legado de Agamenon Magalhães, figura hegemônica deste estado entre meados dos anos 30 até sua morte prematura em 1952, servindo para Dulce Pandolfi de fio condutor para análise detalhada da situação política de Pernambuco no período de 30 a 64. O livro nos fornece elementos históricos para o entendimento de paradoxos e reviravoltas políticas dessa época. Descortinando fatos sobre o forte conservadorismo político de Agamenon Magalhães, bem como nos auxiliando a entender alguns fatos, como o seu favorecimento à institucionalização do sindicalismo de trabalhadores em áreas onde, há pouco tempo, tais associações seriam impensáveis; a sua fidelidade a Getúlio Vargas; e o papel central que exerceu nos ministérios dos governos dos anos 30 e 40, antes e durante o Estado Novo. A primeira edição deste livro conta com o prefácio de Manuel Correia de Andrade, grande mestre de várias gerações que estudaram o Nordeste brasileiro. Pernambuco de Agamenon Magalhães.

ISBN 978-85-7019-072-7  |  300 páginas  |  R$ 45,00
 

Desigualdade educacional e pobreza no Nordeste
Henrique Guimarães Coutinho, Carlos Augusto Sant’Anna e Flávio Cireno Fernandes

O livro traz uma das mais importantes matérias quando se fala dos estudos de desigualdade social: o ciclo ou armadilhas da pobreza. De forma geral, sabe-se que um dos maiores desafios das intervenções para a redução da pobreza é quebrar o ciclo que se forma entre as gerações das populações mais pobres. Nosso estudo investigou os determinantes da desigualdade educacional entre jovens no Brasil, com um foco específico no Nordeste. Se por um lado é evidenciada na literatura científica a disparidade educacional entre brancos e negros, por outro, sabe-se muito pouco sobre as circunstâncias sociais e culturais que motivam os jovens negros e brancos a caminhos educacionais e ocupacionais distintos. Dessa forma, o livro discute a dinâmica dessa transmissão de pobreza entre gerações de jovens, focando em sua interação com educação e raça. O estudo busca responder, ao menos em parte, as principais questões sobre as relações entre educação e pobreza.

ISBN 978-85-7019-654-5  |  190 páginas  |  R$ 40,00

Museus e patrimônio: experiências e derives
Manuelina Maria Duarte Candido e Carolina Ruoso (Orgs.)

No início do tempo biográfico de Museus e patrimônio: experiências e derives, o Museu Antropológico contribuiu para potencializar o sonho desta coletânea. Manteve o sonho aceso no decorrer de três anos e agora congratula com os novos parceiros: Museu do Homem do Nordeste e Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco. Temos certeza de que, com esta publicação, a Museologia brasileira se enriquece com a discussão de temas importantíssimos desse campo de conhecimento, ao mesmo tempo em que se materializa um alicerce significativo para a sua atualização e uma singular oportunidade para conhecer novas experiências e abordagens que envolvem museus, museologia e patrimônio.

ISBN 978-85-7019-653-8  |  160 páginas  |  R$ 35,00

Desenvolvi-gente: a dimensão antropológica da cultura e o Jovem Artesão em Araçoiaba
Vânia Brayner

Para comprovar a eficácia das políticas públicas em sua dimensão antropológica, Brayner realiza uma acurada etnografia do Programa de Formação do Jovem Artesão, desenvolvido como atividade extramuros pelo Museu do Homem do Nordeste em consonância com a Política Nacional dos Museus. A partir de sua análise, o leitor poderá inferir que os museus, assim como as políticas públicas de cultura, têm se mostrado não apenas “bons para pensar”, mas “bons para agir” a respeito das contradições estruturais das sociedades e grupos sociais, principalmente, a partir do advento da chamada Museologia Social. Esse e muitos outros horizontes de compreensão e entendimento sobre museus e políticas culturais são descortinados por Vânia Brayner, neste trabalho estimulante, que chegam as mãos do leitor. 

ISBN 978-85-7019-652-1  |  280 páginas  |  R$ 40,00

O Cangaço: poder e cultura política no tempo de Lampião
Marcos Edílson de Araújo Clemente

A História sempre surpreende. Após um aprendizado de décadas de novas abordagens e perspectivas, os historiadores sabem que um tema nunca se esgota por completo. O cangaço é um tema inesgotável. Haverá sempre formas novas de abordar, criativamente, as opções destes sujeitos complexos, que possam superar as análises definitivas que os qualificam unicamente como “bandidos rurais”, “fanáticos facinorosos”, “criminosos implacáveis”. Porém eram tudo isso e mais um pouco: eram sujeitos ativos de uma cultura desigual e violenta, que decidiram resolver seus conflitos utilizando os mesmos meios que o Estado e seus prepostos utilizavam, sem dó nem piedade, sem arrependimento, sem culpa. O livro de Marcos Edilson de Araújo Clemente é um trabalho de reflexão crítica e  de referência obrigatória.

ISBN 978-85-7019-651-4  |  354 páginas  |  R$ 45,00

Benicio Dias fotografias 
Albertina Otávia Lacerda Malta e Rita de Cássia Barbosa de Araújo (Orgs.)

Benicio Tavares Whatley Dias nasceu no Recife, em 8 de novembro de 1914. Após seu falecimento, em 7 de março de 1976, em cumprimento a um desejo manifesto em vida, a família doou o conjunto documental, produzido e reunido por esse fotógrafo e professor da Escola de Belas Artes do Recife, ao Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais. O Arquivo é formado por 2.392 documentos, entre fotografias (l.432 unidades); negativos em nitrato, em acetato, em vidro, com e sem cópia em papel (760 unidades); documentos bibliográficos e textuais. O fotógrafo Benicio Dias pintava com a luz, tanto uma representação do novo ou do antigo, como um tipo humano ou uma paisagem do Nordeste. Ao registrar fragmentos da realidade social e histórica de que era parte, legou às gerações futuras a possibilidade de construir memórias – diversas, múltiplas e mesmo antagônicas memórias; e de reescrever a história.

ISBN 978-85-7019-652-1 | 208 páginas | R$ 80,00

Pesquisa Educacional e o Direito à Educação: múltiplas abordagens
Ana de Fátima P. de Sousa Abranches, Patrícia Maria Uchôa Simões, Airon Aparecido de Melo e Mônica Lopes Folena Araújo (Orgs.)

A pesquisa em educação no Brasil vem se configurando como um campo de conhecimento com abordagens e metodologias diversas, adquirindo espaço relevante no campo das ciências, no qual a produção, a divulgação e o debate sistemático abarcam uma dinâmica permanente de desafios para área. Os textos reunidos aqui neste livro procedem dos melhores trabalhos apresentados no V Encontro de Pesquisa Educacional de Pernambuco (Epepe), realizado pela Fundação Joaquim Nabuco, nos dias 27 a 29 de agosto de 2014, na Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG) da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Nesta 5ª edição, o Epepe elegeu como tema Educação e Desenvolvimento na Perspectiva do Direito à Educação.

ISBN 978-85-7019-647-7 | 262 páginas | R$ 30,00

Concepções e Práticas na Educação Infantil
 
Patrícia Maria Uchôa Simões e Juceli Bengert Lima (Orgs.)

O presente estudo apresenta análises das políticas e programas de Educação Infantil, focalizando alguns municípios de Pernambuco. As análises foram realizadas entre 2008 e 2012 e contemplam os principais aspectos de debate atual na área: concepções de Educação Infantil; políticas educacionais para a primeira infância; currículo; formação docente; e avaliação da Educação. Este livro está estruturado em capítulos que apresentam diferentes investigações realizadas. A equipe de pesquisa foi formada por duas pesquisadoras e dez alunos de graduação que trabalharam nas diferentes etapas e atividades da pesquisa, incluindo a elaboração de subprojetos, leituras e discussões em grupo, coleta e análise dos dados e a redação de artigos e livros de pesquisa.

ISBN 978-85-7019-648-4 | 166 páginas | R$ 25,00

Peles Braiadas: modos de ser Kalankó
Alexandre Ferraz Herbetta

O estudo a seguir trata da questão das reconfigurações identitárias. Neste cenário, as transformações que se referem à identidade, ao menos no sertão nordestino, parecem ser uma lógica constante dos sujeitos mergulhados em uma rede complexa de relações entre humanos, não humanos, objetos e instituições. Assim, índios, sertanejos, governo e antropólogo estão sempre, dinamicamente, metamorfoseando-se. Neste processo, a questão da mistura emerge, então, como central e busca-se descrever, sobretudo, o processo classificado pelo Kalankó, índios sertanejos do alto sertão alagoano, como metamorfose braiada. Tal processo, como será visto, aponta para a categoria de peles braiadas, central na organização da comunidade. Aponta, também, para reconfigurações na antropologia, no antropólogo e no estado-nação.

ISBN 978-85-7019-626-2 | 264 páginas | R$ 30,00

Homens de negócio, de fé e de poder político: a Ordem Terceira de São Francisco do Recife, 1695-1711
Maria Eduarda Marques

Abordando a história da Ordem Franciscana do Recife e, em especial da Ordem Terceira do Recife, o livro da historiadora Maria Eduarda Marques, nas palavras de Evaldo Cabral de Mello, analisa um “capítulo crucial do conflito entre a nobreza da terra e o comércio português em torno da criação da vila do Recife”. Com uma escrita tão fluente quanto precisa, a obra demonstra como a Ordem Terceira, seguida da construção de seu próprio templo – a hoje conhecida Capela Dourada –, teve um vivo protagonismo em meio às disputas políticas do século XVII.

Gilberto Freyre jornalista: uma bibliografia
Lúcia Gaspar e Virgínia Barbosa (Orgs.)

As bibliotecárias Lúcia Gaspar e Virgínia Barbosa da Fundação Joaquim Nabuco fizeram um minucioso levantamento bibliográfico dos artigos publicados por Gilberto Freyre em jornais e revistas. Ao todo, 3.420 textos. Uma fonte que lista pioneiramente trabalhos dispersos em periódicos do Brasil e do exterior. Neles, o escritor e pensador pernambucano registra, comenta e debate uma infinidade de temas, deixando para os estudiosos da sociedade brasileira uma permanente inspiração. Trata-se de obra de referência que nasce indispensável a pesquisadores, professores e humanistas em geral.

O eleitorado imperial em reforma
Felipe Azevedo e Souza

Com seu foco na compreensão dos maiores entraves à propagação de eleições livres no Brasil oitocentista, a obra do jovem e premiado historiador centra sua reflexão na chamada Lei Saraiva e na política do Recife entre as décadas de 1870 e 1880. Nesse cenário, as camadas populares cedem lugar às camadas médias urbanas e letradas. Qual o verdadeiro lugar do voto — uma função ou um direito político? Refletindo sobre o nosso passado eleitoral, esse livro nos faz pensar sobre o presente e os rumos da democracia brasileira: que lugar queremos para o nosso voto e que valor atribuímos ao seu exercício.

O retrato e o tempo: Coleção Francisco Rodrigues (1840-1920)
Rita de Cássia Barbosa de Araújo e Teresa Alexandrina Motta (Orgs.) 

A Coleção Francisco Rodrigues, uma das mais importantes coleções fotográficas pertencente a uma instituição pública brasileira, desafia o tempo e se faz presente e amplamente acessível nesta publicação. São retratos de formatos e processos variados, que acompanham a história da fotografia e o desenvolvimento da nossa sociedade. Nessa obra, pode-se apreciar o marco dos seus fotógrafos e casas fotográficas; perfis de anônimos e figuras ilustres; e nuances que permeiam os diversos campos do conhecimento. Oito ensaios assinados por especialistas de renome nacional – historiadores, sociólogos, antropólogos, fotógrafos, colecionadores, conservadores e gestores da Coleção – analisam e contextualizam esse rico patrimônio do acervo da Fundação Joaquim Nabuco.

Contra a conspiração da ignorância com a maldade: a Inspetoria de Monumentos de Pernambuco
Rodrigo Cantarelli

O longo e sugestivo título promete (e cumpre) uma leitura emocionante  — mas igualmente cuidadosa e erudita — da história social e cultural do Recife do início do século XX. A efervescente atmosfera evocada repõe em cena importantes atores, a exemplo de Gilberto Freyre, Anníbal Fernandes e Mário Melo, além de instituições pioneiras como a própria Inspetoria de Monumentos de Pernambuco. Ao transitar pelos universos da museologia, do patrimônio e da história social, a obra faz do passado uma advertência para o futuro.

Cabaceiras: cidade turística no Cariri da Paraíba
Ana Cláudia Papes 

Estuda os impactos econômicos e culturais do projeto Turismo Histórico Cultural no Cariri Paraibano desenvolvido pelo Sebrae. Dessa forma, mapeia todo o potencial turístico de um município que já é uma referência para o segmento, deixando a mensagem de que patrimônio cultural e turismo sustentável devem e podem andar juntos. A obra, ilustrada, faz jus às belezas naturais e a diversidade cultural que tem conquistado cineastas, pesquisadores, desportistas e turistas em geral.

O Financiamento do Cinema: os níveis de intervenção estatal na produção mundial
Patricia Bandeira de Melo (Org.)

Organizado por Patricia Bandeira de Melo, o estudo é fruto de pesquisa desenvolvida entre 2007 e 2010 por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores da Fundação Joaquim Nabuco. Lastreadas na lógica da Economia Política da Comunicação e buscando observar o grau de interferência estatal na produção cinematográfica, as análises se voltam para os modelos de financiamento do cinema em países tão diversos como os Estados Unidos e a Nigéria, a França e a Argentina, a Espanha e a Índia, a África do Sul e o Reino Unido, a Itália e a Alemanha. Destaque para a linguagem acessível a todos os interessados por cinema e cultura.

Almanaque Pernambucano dos Causos, Mal-assombros e Lorotas
Roberto Beltrão e Rúbia Lóssio 

O folclore pernambucano está de parabéns com o aparecimento deste livro. Seus autores entendem de imaginário pernambucano e de assombrações. Para eles, como para Gilberto Freyre e Mário Souto Maior, assombração também é coisa séria. Estudantes, pesquisadores e o público em geral encontram nessa obra personagens monstruosos, provérbios, histórias, lendas e versos populares inesquecíveis. Um livro que diverte, educa e mata a nossa curiosidade como nos tempos dos velhos almanaques.


Um ensaio de geografia urbana: a cidade do Recife
Josué de Castro 

Um ensaio de geografia urbana: a cidade do Recife, há décadas fora de catálogo, é um clássico e um pioneiro na sua categoria. Castro, filho da cidade, fixa, com humanismo e ciência, os fatores de localização da cidade, seus fundamentos fisiográficos, sua ocupação humana e seu crescimento. O autor deixa claro que o Recife foi uma criação holandesa; que foram os holandeses os responsáveis por sua localização definitiva. Trata-se de obra indispensável à compreensão urbanística da capital pernambucana, cuja existência é “um dom dos seus rios”.

Arredores do Recife
F. A. Pereira da Costa

Publicado pela Editora Massangana em 2001, por ocasião do sesquicentenário de nascimento de Pereira da Costa (1851-1923) e por iniciativa do jornalista Leonardo Dantas Silva, Arredores do Recife volta agora nesta edição que homenageia o autor nos 90 anos de seu desaparecimento. Com o senso de historiador social — a quem não foge a alma de lugares e personagens —, o grande pesquisador pernambucano nos apresenta a história dos principais bairros recifenses.

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