Fundação Joaquim Nabuco

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Domingo dos Pequenos, neste domingo (19), às 10 horas, terá oficina de esculturas e exibição do filme Jonas e o Circo sem Lona, no Cinema do Museu

Próximo domingo é dia de programação dupla no Museu do Homem do Nordeste. Além da volta do projeto Domingo dos Pequenos, também é dia de reabertura da exposição de longa duração – que se encontrou fechada durante três meses para ajustes e acréscimos de objetos.

O Domingo dos Pequenos é um projeto dedicado ao público jovem e infantil, cuja programação, gratuita, é sempre composta por mediação nos espaços expositivos, atividade no jardim e exibição de filme. Nesta edição, em consonância com o mês de luta pelos direitos das mulheres, haverá uma atividade de confecção de origamis, móbiles e carimbos com Brenda Bazante.

Pensando a sustentabilidade e a transdisciplinaridade, a artista vai se valer de vários materiais para a confecção das dobraduras: “Vamos utilizar galhos de árvore na confecção dos móbiles e papeis de diversas procedências, conectando as técnicas de origami com os conceitos da geometria”, apontou Brenda. Após a atividade, os participantes vão expor o resultado da oficina no jardim do Museu.

Além da oficina, os participantes também poderão assistir ao filme Jonas e o Circo sem Lona (Paula Gomes, 2016), no Cinema do Museu, e participar de visita mediada com a equipe de educadores na exposição de longa duração do Muhne. Entre as novidades da reabertura, o Museu foi pintado em novas cores e foram inseridos novos objetos na exposição, como a máquina de algodão doce, um carrinho de café, uma máquina de amolar faca e obras de Jonathas de Andrade e de Aloísio Magalhães.

EXPOSIÇÃO

Na ocasião, também ocorrerá a exposição GALHOS, da artista e oficineira Brenda Bazante. Serão expostas uma série de esculturas móveis, feitas com galhos e dobraduras de papeis variados. Inspirada em trabalhos de artistas como Alexander Calder, Anthony Howe e David Roy, Brenda trabalha o hibridismo de suportes e técnicas na confecção desta série. São obras que mesclam a organicidade e rusticidade da madeira com a leveza dos papeis, ao mesmo tempo em que denunciam as podas irregulares que ocorrem na cidade, uma vez que muitos dos galhos utilizados são procedentes destes processos.

Sobre a artista e oficineira

Brenda Bazante atua no campo da performance, artes cênicas, escultura e modelagem desde 2013. Participou do SPA das Artes, como modelo na performance URBANO durante a exposição “Entre”, de Chico Ludermir. A arista também atuou no curta-metragem Recife XXI, de Sosha, e na série No Fim do Mundo, de Wilton Lacerda. Recentemente realizou a exposição GALHOS da biblioteca de Casa Amarela, onde também ministrou oficinas de origami para estudantes do ensino fundamental.

SINOPSE DO FILME:
Aos 13 anos de idade, Jonas é filho e neto de artistas de circo. O garoto tem seu próprio circo improvisado, frequentado pelos moradores do pobre bairro onde vive, na Bahia. É ele quem coordena os números, prepara os figurinos, a música e controla os ingressos. Jonas pretende abandonar a escola para se juntar ao tio e viver num circo itinerante, mas a mãe prefere que ele permaneça na escola. No meio desta briga, ele descobre as dificuldades da vida adulta.

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