Fundação Joaquim Nabuco

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Mauro Mota

Rita de Cássia Barbosa de Araújo

APRESENTAÇÃO

Hoje será ontem
amanhã e amanhã
menos seremos.
Calendário. Mauro Mota.

Celebrar o centenário natalício do poeta, jornalista, professor, geógrafo e gestor público Mauro Mota é reavivar sua memória entre aqueles que lhe foram mais caros em vida — familiares, amigos, colegas de trabalho —, como também entre seus alunos, leitores e admiradores; sendo, igualmente, oportunidade para que as gerações que não o conheceram iniciarem-se no seu universo poético e cultural. Ao celebrá-lo, porém, traz-se à tona o mundo em que o poeta viveu, amou, sonhou e do qual se despediu — “como um pássaro”, segundo o amigo Nilo Pereira — em 22 de novembro de 1984. Revisitam-se acontecimentos históricos, aspectos do cotidiano, culturais e imaginários; valores e comportamentos, estilos de vida e redes de sociabilidade das quais participava; ideários e anseios que estruturavam a produção intelectual e a circulação de ideias no tempo em que viveu, principalmente em Pernambuco, entre as décadas de 1930 e de 1980, período de mais intensas criação literária e atuação profissional de Mauro Mota. Rememorá-lo se faz, assim, um ato social amplo, de reintegração, de revitalização e de reaproximação de diversas gerações que, de alguma forma, foram tocadas pelo homenageado.

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