Fundação Joaquim Nabuco

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O Comitê

Apresentação do Comitê-PE

Encontro dos Coordenadores do Programa Mais Educação: Consolidando a Política Pública de Educação Integral
Comitê de Educação Integral: desafios para a gestão e a organização social na Educação Integral

Comitê Territorial de Educação Integral de Pernambuco
Processo de Diálogo, Criatividade, Registro, Monitoramento e de Avaliação no âmbito da Educação Integral

Comitê Territorial de Educação Integral
:: O que é Comitê?
:: Por que estamos constituindo Comitês?
:: E como estamos constituindo?
:: Que instância é essa? Para que serve? E como se configura a gestão?

Comitê Territorial significa
Estratégia de Política Pública de Educação Integral
, para promover uma Educação Pública de qualidade a todos cidadãos. Entendendo política pública naquilo que a gente consegue fazer de forma orgânica, que seja socializado como forma de rede de co-responsabilidade. Para este processo as representações e parcerias de diversos segmentos levam ao fortalecimento , sistematização, monitoramento, avaliação, favorecendo a sustentabilidade, para que não seja Personalizada /Individualizada e sim Coletiva.

Comitê Territorial de Educação Integral de Pernambuco
 A essência de sua organização social é a Unidade com integração, expansão e diversidade com base numa Gestão Participativa.

Carta de Princípios e Funcionamento
Inovação de Espaços; Educação Integral; Sustentabilidade; Escola-Comunidade; Ensino Aprendizagem; Políticas Públicas; Escola Pública; Desenvolvimento Integral; Dinâmica de rede; Parceria; Intersetorial; Inclusão; Participação; Harmonização; Democracia; Solidariedade; Agregar; Direito; Território; Articulação; Convivência; Diversidade; Currículo; Fortalecer; Experiências; Diversidade.

Interiorização
:: Polo Zona da Mata e Litoral - 50 Secretarias e 1376 Escolas
:: Polo Agreste - 75 Secretarias e 568 Escolas
:: Polos Sertão - 44 Secretarias e 420 Escolas

 Gestão Participativa
O entendimento do conceito de gestão já presupõe, em si, a ideia de participação, isto é, do trabalho associado de pessoas analisando situações, decidindo sobre seu encaminhamento e agindo sobre elas em conjunto. Isso porque o êxito de uma organização depende da ação construtiva de seus componentes, pelo trabalho associado, mediante reciprocisdade que cria um "todo" orientado por uma vontade coletica. (LUCK, 1996, p.37).

LUCK, H. A escola participativa: o trabalho do gestor escolar. 2.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 1998. 

Pilares da Gestão Participativa 
:: Processo de gestão participativa
- Direção
- Planejamento
- Organização
- Avaliação
- Comunicação 

Processo de Gestão
:: Plano de articulação
Quaos os caminhos?
O que fazer?
Que decisões para tomar para chegarmos lá?

:: Processo Monitoramento

Como está sendo realizado?
Quais os resultados?

:: Análise Situcional
Onde estamos?
Onde queremos chegar?

 :: Estrutura Organizacional

Com quem fazer?
De que forma?
Onde e quando?

:: Sistema de Comunicação

O que registrar, sistematizar, replicar?
Como e para quem?

Direção
Dimensões
- Sujeito
- Currículo
- Escola-Comunidade
- Gestão e Intersetorialidade
- Tempos e Espaços Educativos

Planejamento
- Conhecimento das normativas que orientam a ação conjunta e integrada proposta pelos programas;
- Planejamento conjunto das ações intersetoriais criando uma agenda comum;
- Periodicidade no contato entre os atores dos diferentes setores

Organização
- Horizontalidade nas relações;
- Espaço institucionalizados de negociação e decisão;
-  Formação de parcerias e articulação intersetorial;
- Responsabilidades e metas compartilhadas;
- Reuniões formativas e informativas, periódicas intinerantes, fóruns e conferências;
- Formação de grupos de estudos;
- Comissões e/ou grupos de trabalhos

:: COMISSÕES DE TRABALHO
- Comissão Cientifica de Editorial e de Publicação
- Comissão do Fórum dos Estudantes
- Comissão para o Fórum Educação Integral
- Comissão do trabalho com Educação Patrimonial
- Pesquisas com a UFPE e FUNDAJ

:: Processo de Monitoramento e de Avaliação
- Registro das presenças nos encontros;
- Elaboração de Atas – Relatorias;
- Registro fotográfico e audiovisual;
- Acompanhamento e orientação nos processo de adesões dos programas pelas secretarias;
- Visitas técnicas;
- Registro de depoimentos;
- Elaboração de Pesquisa de Mapeamento – Qualitativas e Quantitativas;

:: Sistema de Comunicação
- Mecanismos de comunicação entre os atores/setores;
- Integração nos Sistemas de Informação dos setores;
- Publicação da historicidade do Comitê;
- Exposições e/ou publicação das experiências em educação integral 

:: Este processo de Gestão Participativa no Comitê permite
- CONHECER / REFLETIR
- PLANEJAR / RE-PLANEJAR
- AGIR / RE-AGIR
- AVALIAR / RE-AVALIAR
- Para PROPOR
- Para MUDAR os Paradigmas 

 :: Quais os desafios/soluções no processo de gestão e de articulação intersetorial no Comitê ?
- Conhecer em profundidade os objetivos intersetoriais dos Programas de Educação Integral;
- Articular reuniões técnicas intersetoriais;•Estabelecer parcerias institucionais;
- Convidar e mobilizar os atores – coordenadores interlocutores dos programas e representantes das parcerias;
 

:: Intersetorialidade
Inojosa (2001, p. 4) define a intersetorialidade como “a articulação de saberes e experiências para o planejamento, a realização de avaliação de políticas, programas e projetos, cujo fim é alcançar resultados cooperativos em situações complexas.”

INOJOSA, Rose Marie. Intersetorialidade e a configuração de um novo paradigma organizacional. RAP, Rio de Janeiro, n. 32, p. 35-48, mar./abr. 1998.

:: Comitê e Intersetorialidade
Intersetorialidade tem haver com Política de Agregação. Significa trabalhar as Relações, aprender a costurar uma “Rede Aberta e Dialógica”, que respeite as relações, considerando a dimensão da autonomia e uma dinâmica de cooperação para fortalecimento da política de educação integral nos territórios. 

:: Modelo Descentralizadoe Democrático de gestão
- Desenhadas no padrão horizontal – relação dialógica
- Pactuadas e definidas em consenso
- Incorporam a dimensão da territorialidade

Depende diretamente do grau de participação e protagonismo dos Coordenadores, programas e representantes das parcerias

:: Comitê Territorial de Educação Integral de Pernambuco 
A incorporação da intersetorialidade nas políticas públicas trouxe a articulação de saberes técnicos, já que os especialistas em determinada área passaram a integrar agendas coletivas e compartilhar objetivos comuns. superação da fragmentação e à articulação das políticas pública 

:: Reflexões sobre a relevância dos Comitês Territoriais
Junqueira (2004, p. 5), “a nova realidade criada a partir de um novo conhecimento deve ser partilhada no interior das organizações gestoras das políticas, e isso vai depender da mudança das práticas institucionais e das relações sociais que se estabelecem entre os diversos atores organizacionais e societários.

”JUNQUEIRA, Luciano A. Prates. A gestão intersetorial das políticas sociais e o terceiro setor. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 25-36, jan./abr. 2004.

:: As mudanças nas relações
DESCENTRALIZAÇÃO - INTERIORIZAÇÃO

Implica a valorização das estruturas do pertencimento local e das práticas participativas, tornando os coordenadores mais atuantes no enraizamento e na consolidação da política de Educação Integral

Qual a nossa esperança?... Ela zizagueia por ai, não é destrutiva; mas, cooperativa, pois poliniza as flores. (Leonardo Boff)

comitepoliticaspublicaspe@gmail.com
81.30736411 - 81. 30736412

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