Fundação Joaquim Nabuco

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Histórico

A história da Editora Massangana começa bem antes da sua criação oficial em 1980: tem sua origem no Setor de Cartografia do então Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (IJNPS), no fim dos anos 1960, responsável, à época, por capas, formulários e mapas produzidos na Instituição.

A partir de 1972, a edição de livros do IJNPS passou a ser coordenada pelo Setor de Intercâmbio Cultural de uma Divisão de Documentação, que tinha à sua frente o antropólogo e folclorista Mário Souto Maior. Em agosto de 1975, o jornalista Sílvio Bentzen passou a dirigir a Divisão de Editoração e Reprografia do Departamento de Processamento de Dados e Documentação, então sob a responsabilidade da bibliotecária Edilma Coutinho dos Santos, Divisão na qual foi incluída a Seção de Publicação e Editoração e a Seção de Reprografia. Data dessa época a ampliação do modesto parque gráfico. É de se notar que a impressão dos livros então publicados era realizada fora do IJNPS.

Em junho de 1980, com a transformação do antigo IJNPS em Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), é criada a Editora Massangana, que ficou subordinada ao Instituto de Documentação (uma das diversas unidades finalísticas em que se organizou a Fundação) e teve como seu primeiro gestor o poeta Jaci Bezerra. Além de possuir uma gráfica, a Editora subdividia-se em Estúdio de Arte e Comercialização. Foi desse tempo a sua primeira e por muitos anos usada logomarca, criação do poeta e programador visual Arnaldo Tobias, integrante do seu corpo de funcionários.

De 1983 a junho de 1985, a Editora foi dirigida pelo Prof. Dr. Luiz Antonio Marcuschi, então docente da Universidade Federal de Pernambuco e hoje Professor Emérito daquela instituição. Nesse período, seus livros começam a ter projeção nacional.

De junho de 1985 a setembro de 1986, a direção da Massangana ficou nas mãos de outro intelectual da Casa (o primeiro fora o poeta Jaci Bezerra): o pesquisador e sociólogo Sebastião Vila Nova. Nesse período, foi um centro autônomo diretamente vinculado à presidência da Fundaj.

De setembro de 1986 a maio de 1987, a bibliotecária Maria da Conceição Luna Rodrigues, servidora de carreira da Fundaj, ficou interinamente na direção, período ao cabo do qual assumiu o jornalista e historiador Leonardo Dantas Silva, que permaneceu no cargo até março de 2003.

De 2003 a fins de 2010, a Massangana, agora subordinada à Diretoria de Cultura, foi dirigida pelo jornalista e historiador Mário Hélio Gomes de Lima. De 2010 a dezembro de 2011, respondeu pela Editora a designer Rosângela Mesquita, integrante do seu corpo de servidores permanentes.

Em janeiro de 2012, a convite do presidente Fernando José Freire, o escritor Paulo Gustavo, servidor de carreira e ex-Secretário-Executivo do Conselho Editorial da Fundaj [sic], passa a dirigir, como Editor, a Editora Massangana, agora novamente subordinada ao Gabinete da Presidência.

A partir de fevereiro de 2015, a designer Rosângela Mesquita responde pela Coordenação da Editora Massangana.

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