Fundação Joaquim Nabuco

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Seminário Internacional Presença Afrodescendente na América Latina

Abrindo o mês da consciência negra e iniciando suas atividades relativas à Década Internacional dos Afrodescendentes, a Fundação Joaquim Nabuco está promovendo o Seminário Internacional Presença Afrodescendente na América Latina nos dias 04 e 05 de novembro de 2015. As inscrições para o evento são gratuitas e haverá transmissão on line.

Realizado através de uma parceria entre a Fundação Joaquim Nabuco e o Comitê Cientifico do Programa Rota do Escravo: resistência, liberdade e patrimônio, o Seminário Internacional Presença Afrodescendente na América Latina tem como objetivo apresentar um painel sobre a mobilização da população de origem africana em alguns países do continente, assim como discutir iniciativas brasileiras e latino-americanas nas áreas de educação e promoção da igualdade racial.  

A Fundação Joaquim Nabuco vem desenvolvendo vários esforços no sentido de aprofundar a sua intervenção no campo das relações étnico-raciais  nas áreas de pesquisa, difusão e formação. Entre estas iniciativas destacam-se o Laboratório de Acervos e Materiais Didáticos – LABdidatica, que visa produzir materiais de apoio didático para suporte à implementação da lei 10.639, que institui a obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. Outra iniciativa, no campo da formação, é a realização do Curso de Especialização em Políticas de Promoção de Igualdade Racial na Escola voltado para os professores do ensino médio.

Já o projeto Rota do Escravo, foi criado pela UNESCO em 1994 e tem, entre as suas finalidades,  evidenciar as transformações globais e as interações culturais derivadas da escravidão e do tráfico transatlântico. Fruto desta parceria, o Seminário Internacional Presença Afrodescendente na América Latina, pretende ser um momento de reflexão sobre a emergência dos movimentos afrodescendentes na América Latina, evidenciando o processo político através do qual estas populações buscam combater as desigualdades raciais, ao mesmo tempo em que lutam pelo reconhecimento dos seus valores culturais e da sua contribuição para a constituição dos atuais Estados nacionais.

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