
|
![]() |
|
Antes denominada de usina Bandeira, foi fundada em 1889, no município de Ipojuca através de um decreto que concedia à Bandeira & Siqueira, permissão para implantar a usina.
Posteriormente, os irmãos José, João e Francisco Dourado da Costa Azevedo compraram a usina, que estava em crise, e passaram a denominá-la Ipojuca. Em 1914, José Maria Carneiro da Cunha passou a ser sócio da empresa. O empreendimento não teve sucesso, sendo então a usina vendida ao agrônomo Severino Barbosa Mariz, que por não possuir capital suficiente para tocar a empresa, vendeu novamente a José Dourado da Costa Azevedo. Em 1929, a usina Ipojuca tinha capacidade para processar 350 toneladas de cana e fabricar 2.000 litros de álcool em 22 horas. Possuía 14 propriedades agrícolas, 30 quilômetros de ferrovia, 3 locomotivas, 58 carros e vagões, uma vila operária com cem casas e mantinha uma escola com 25 alunos matriculados. Na época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 50 operários. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea própria e o açúcar e o álcool por via marítima. A usina passou depois a ser propriedade do grupo Dourado, Monteiro Ltda. (Antônio Dourado Neto e Armando de Queiroz Monteiro). Em 1944, Armando Monteiro saiu da sociedade e comprou a usina Cucaú. Em 1963, com a morte de Antônio Dourado Neto, seus filhos Antônio José Dubeux Dourado, Francisco Luiz Dubeux Dourado e Luiz Antônio Dubeux Dourado assumiram a direção da usina.
Fontes consultadas: |